| Processo: | 21/11597-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2028 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Clarissa Ribeiro Reily Rocha |
| Beneficiário: | Izadora de Souza |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/19435-3 - Papel de danos no DNA e função mitocondrial em envelhecimento vascular, imune e neurológico (DNA MoVINg), AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/04397-4 - Explorando o papel da via de NRF2 na ferroptose em células de câncer, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Ferroptose Fator 2 relacionado a NF-E2 Quimioterapia Resistência Oncologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ferroptose | Nrf2 | quimioterapia | Resistência | Oncologia |
Resumo A resistência à quimioterápicos é a causa de falha na maioria dos pacientes com câncer metastático. NRF2 é um importante gene envolvido na resistência a quimioterapia através da sua capacidade de transcrever e regular genes relacionados com a resposta antioxidante, assim como prevenir a célula de processos de morte celular, por exemplo a ferroptose. A modulação da ferroptose tem sido cada vez mais estudada como alternativa na terapia antitumoral e agentes indutores de ferroptose aprovados em clínica mostraram ser eficientes para o tratamento de câncer renal, fígado e tireoide. No entanto, a relação entre NRF2 e a ferroptose é ainda mal compreendida, de modo que há estudos que indicam que dependendo da expressão de NRF2 e seus alvos esse gene pode inibir ou até mesmo induzir a ferroptose. Dessa forma, neste projeto de doutorado pretendemos analisar de que forma o gene NRF2 e seus alvos atuam na modulação da ferroptose em uma ampla gama de linhagens tumorais, a fim de compreender se a resistência a drogas pode ser revertida através da sensibilidade colateral a indutores de ferroptose. Para isso iremos selecionar e estabelecer linhagens tumorais resistentes a quimioterapia e medir sua sensibilidade à ferroptose e sua expressão de NRF2 e seus alvos. Em seguida iremos nocautear os genes ABCC1 e HMOX1 nas linhagens que expressarem sensibilidade colateral (CS) a fim de investigar se esses genes mediam a CS nessas células. Dessa forma, espera-se que este projeto contribua para melhorar os nossos conhecimentos sobre a resistência a quimioterapia e o mecanismo de indução de ferroptose em diversas linhagens tumorais, o que, por sua vez, será de grande importância para futuros ensaios clínicos para reverter a resistência à quimioterapia através da indução da ferroptose. | |
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