| Processo: | 22/00125-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Molecular |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula Ulian de Araujo |
| Beneficiário: | Giovanna Christe dos Reis Saladino |
| Instituição Sede: | Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 20/02897-1 - Filamentos de septinas: estrutura, polimerização e atuação em patologias, AP.TEM |
| Assunto(s): | Biologia estrutural Septinas Caenorhabditis elegans Leveduras |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biologia Estrutural | C | Complexos | elegans | levedura | septinas | Biologia Estrutural |
Resumo As septinas são proteínas citoesqueléticas, que caracterizam-se por ligarem nucleotídeos de guanina e interagirem entre si, formando complexos e filamentos não polares, cuja associação resulta em estruturas em feixes, redes e anéis, consideradas como suas formas biologicamente ativas. Em termos funcionais, as septinas estão relacionadas à divisão celular; à formação de barreiras físicas à difusão (no cílio primário por exemplo) e também à ancoragem de proteínas a substratos, como na membrana plasmática. Por terem sido descritas pela primeira vez em levedura, a literatura atual sobre septinas de Saccharomyces cerevisiae é muito rica, particularmente em termos de funções celulares. Por outro lado, diferente das septinas humanas, não há praticamente nenhum conhecimento detalhado sobre as suas estruturas. As diferenças observadas entre os heterocomplexos octaméricos humano e de levedura são significativas, o que dificulta traçar uma origem evolutiva e a correspondência entre as subunidades nas duas espécies. Adicionalmente, incluíremos septinas do nemátoda modelo Caenorhabditis elegans, que apresenta somente duas septinas: UNC59 e UNC61 que formam um core tetramérico. Como é possível que as diferenças observadas nos organismos modelos estejam associadas a diferentes funções, a biologia estrutural de septinas de leveduras e C. elegans pode contribuir para correlacioná-las às estruturas existentes para humanos, preenchendo uma lacuna importante na área. (AU) | |
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