| Processo: | 22/04888-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2025 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Michele Mazzaron de Castro |
| Beneficiário: | Michele Mazzaron de Castro |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Hipertensão Estresse oxidativo Fatores imunológicos Metaloproteinases da matriz Sistema cardiovascular Artérias |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Estresse oxidativo | Fatores Imunológicos | hipertensão arterial | metaloproteinases de matriz | Remodelamento arterial | reprogramação genética | Farmacologia Cardiovascular |
Resumo
Combater o remodelamento arterial mal adaptativo pode ser uma alternativa farmacológica atrativa no tratamento da hipertensão arterial. A intervenção farmacológica precoce é uma opção eficiente para reduzir o desenvolvimento destas alterações cardiovasculares. Assim, sabendo que a qualidade do ambiente intrauterino é um fator determinante para o desenvolvimento de doenças crônicas e que o feto, por apresentar plasticidade fenotípica, está suscetível à diversos acontecimentos, esse período pode ser o mais receptivo à terapêutica. Saber que a metaloproteinase de matriz (MMP)-2 exerce ações extra- e intracelulares na musculatura lisa vascular é essencial para usa-la como alvo farmacológico no tratamento da hipertensão. Entretanto, embora os inibidores de MMPs reduzam o remodelamento hipertrófico da hipertensão, usa-los na gestação não seria recomendado devido aos efeitos adversos na mãe e no feto. Por isto, é adequado que se conheça também mecanismos que regulam a expressão ou atividade da MMP-2 na tentativa de reduzir suas ações no desenvolvimento da hipertensão na prole adulta de hipertensos. Sabe-se que o estresse oxidativo aumenta a resposta inflamatória e controla a ativação da MMP-2 nestas alterações vasculares na hipertensão. Assim, o uso de antioxidantes na gestação pode reduzir a atividade da MMP-2, o remodelamento arterial hipertrófico e a hipertensão na prole adulta. Processos inflamatórios e oxidativos serão avaliados nas artérias como mecanismos que contribuem para as modificações pós-translacionais da MMP-2 e o remodelamento vascular na hipertensão. Ratas SHR prenhas serão tratadas com resveratrol ou interleucina-10 para avaliar se o estresse oxidativo e a via do complemento ativam a MMP-2 e auxiliam nos mecanismos de hipertrofia vascular e hipertensão na prole adulta. A identificação de alvos farmacológicos na hipertensão e o tratamento precoce podem contribuir na melhoria do tratamento desta doença. (AU)
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