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Efeitos de drogas ativadoras da via NO-GMPc nas alterações vasculares associadas à hipertensão renovascular

Processo: 12/05812-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2012 - 30 de setembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Fernando Morgan de Aguiar Correa
Beneficiário:Fernando Morgan de Aguiar Correa
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Hipertensão  Estresse oxidativo  Metaloproteinases da matriz  Antioxidantes  Óxido nítrico  Citrato de sildenafila  Inibidores de hidroximetilglutaril-CoA redutases 

Resumo

A hipertensão é um crescente problema de saúde pública, sendo um dos principais fatores associados ao aumento do risco de doenças cardiovasculares. O modelo experimental de hipertensão 2 rins-1clipe (2R1C) causa significativa ativação do sistema renina-angiotensina, e produz alterações vasculares associadas ao aumento do estresse oxidativo e ativação excessiva das metaloproteinases da matriz extracelular (MMPs). As MMPs podem ser reguladas por vários processos, principalmente pelo estresse oxidativo, e o aumento na ativação destas proteases, promove degradação excessiva dos componentes da matriz extracelular, e desse modo provoca um remodelamento vascular patológico. As estatinas reduzem a produção do colesterol, e assim como sildenafil, que é amplamente utilizado no tratamento da disfunção erétil e é um inibidor de fosfodiesterase (PDE5), possui efeitos benéficos denominados efeitos pleiotrópicos. Dentre estes efeitos inclui-se: a melhoria na função endotelial, redução na pressão arterial, aumento da biodisponibilidade de NO, bem como efeitos antioxidantes. Assim, como a expressão/atividade das MMPs pode ser regulada pelo estresse oxidativo, drogas como a estatina e o sildenafil que ativam a via NO-GMPc e possuem efeitos antioxidantes poderiam reduzir os níveis de MMPs e do estresse oxidativo, além do remodelamento vascular patológico ocorrido durante a hipertensão experimental 2R1C. Adicionalmente, serão avaliados marcadores bioquímicos, moleculares e estruturais dos grupos experimentais. (AU)