| Processo: | 22/08362-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2022 |
| Situação: | Interrompido |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Vinicius de Andrade Oliveira |
| Beneficiário: | José Arimatéa Oliveira Nery Neto |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/14755-0 - Modulação da Microbiota Intestinal e do sistema imune pelas células epiteliais intestinais: da homeostase tecidual às doenças, AP.JP |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 25/12845-2 - Desvendando o impacto da inflamação intestinal crônica na progressão da nefropatia por IgA: Influência das incretinas, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Imunidade nas mucosas Inflamação Células enteroendócrinas Colite Homeostase Intestinos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Células enteroendócrinas | colite | Inflamação | Imunidade de mucosa, inflamação |
Resumo As doenças inflamatórias intestinais têm incidência aumentada no mundo inteiro. Elas podem ocorrer por diversos fatores, desde de genéticos como após infecções por microrganismos patogênicos. Ainda, a inflamação intestinal pode estar associada ao desenvolvimento de câncer colorretal. Desse modo, torna-se importante entender os processos e os componentes relacionados a homeostasia intestinal bem como os relacionados à modulação dos processos inflamatórios no intestino. O intestino é composto por uma complexa rede interconectada de células, imunes e não imunes, microbiota intestinal e células intestinais epiteliais, todos interagindo harmonicamente para manutenção da homeostasia intestinal. Perturbações nesta comunicação têm sido associadas ao desenvolvimento e/ou severidade de doenças inflamatórias intestinais. Apesar do grande avanço no conhecimento acerca da interação entre as células imunes intestinais e a microbiota intestinal em diversos tipos de doenças, pouco atenção tem sido dada às células epiteliais intestinais. As Células Enteroendócrinas (CEEs) são um subtipo de células residentes na camada epitelial do trato gastrointestinal. As CEEs estão localizadas ao longo do epitélio intestinal e embora compreendam 1% de todas as células epiteliais são consideradas um importante sistema endócrino do hospedeiro. As CEEs desempenham papel principal na liberação de hormônios a partir da percepção de nutrientes no lúmen intestinal, como carboidratos, aminoácidos e lipídeos e de microbiota e/ou seus produtos. As CEEs diferenciam-se de um precursor intestinal comum e ao longo do seu processo de diferenciação distinguem-se de outras células secretoras tais como as células de Paneth e as Caliciformes pela expressão de um conjunto de fatores de transcrição específicos como Neurogenin-3, Neuro D1 e, posteriormente, Pax4 e Pax6. Os dois primeiros são cruciais no processo de diferenciação das CEEs enquanto que os dois últimos são responsáveis pela produção dos hormônios. Recentemente, observou-se que a ausência das CEEs leva a um prejuízo na absorção de lipídeos, o que sugere que as CEEs participem diretamente do metabolismo do hospedeiro, e que sua ausência prejudica a absorção de nutrientes. Mas o papel das CEEs na homeostasia intestinal bem como durante processos inflamatórios ainda não foi investigado. Desse modo, a hipótese do nosso trabalho é que a ausência das CEEs deve prejudicar o homeostasia intestinal, por conseguinte, exacerbar o processo inflamatório. (AU) | |
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