| Processo: | 22/10560-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 01 de junho de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia |
| Pesquisador responsável: | Estela Sasso Cerri |
| Beneficiário: | André Acácio Souza da Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/11482-8 - Avaliação do epidídimo após injeção intravasal de antígenos do SARS-CoV-2, com ênfase na resposta das células claras, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Apoptose Citocinas Imunofluorescência SARS-CoV-2 Reprodução |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | apoptose | Célula clara | citocinas | imunofluorescência | Morfologia | SARS-CoV-2 | Biologia da reprodução |
Resumo O camundongo transgênico K18-hACE2 que expressa a ACE2 humana, uma proteína essencial para a entrada do vírus SARS-CoV-2 na célula hospedeira, vem sendo utilizado para o estudo dos impactos desse vírus. O epidídimo é um órgão essencial para a fertilidade masculina, auxiliando na maturação e proteção dos espermatozoides contra patógenos. As células epiteliais e do estroma desencadeiam respostas imunológicas, produzindo citocinas como o TNF-±, IL-1 e IL-6. Sabe-se que a liberação de várias citocinas são desencadeadas pela Covid-19 e que pacientes do sexo masculino com essa doença têm demonstrado alterações hormonais e testiculares. Portanto, será proposto localizar o vírus nos tecidos epididimários de camundongos K18-hACE2 infectados pelo SARS-CoV-2, bem como avaliar a integridade histofisiológica dos tecidos epididimários e as respostas da célula clara frente à infecção viral, a fim verificar um possível papel desta célula na resposta imunológica do epidídimo. Serão utilizados 20 camundongos K18-hACE2 divididos em dois grupos (n=10 cada): grupo controle (GC) e grupo com infecção por 5 dias (G5D), cujos animais receberão DMEM ou serão infectados pelo SARS-CoV-2 por via intranasal, respectivamente. Os epidídimos serão fixados e processados para inclusão em parafina ou resina Araldite (para análise no microscópio eletrônico de transmissão). Nos cortes de parafina, serão realizadas reações de imuno-histoquímica ou imunofluorescênca para análise da imunoexpressão de CD11c, F4/80, CD8+, como marcadores de células dendríticas, macrófagos e linfócitos, respectivamente. Será avaliada a expressão de receptores de estrógeno e imunolocalização de testosterona e proteínas apoptóticas (Bax e Bcl2). Com ênfase na célula clara, serão realizadas reações de dupla marcação para detecção de NFk-², TLR-3 e TNF-±, usando VATPase como marcador dessa célula. A fim de verificar possíveis vias da reação inflamatória no epidídimo frente ao vírus, será avaliada a expressão de Cxcl 10, Cx3cl 1, INF-³, RIG-1,2, TLR-5, STAT 1 e 3, JAK 1 e 2 e a carga viral por qPCR. Os resultados serão submetidos à análise estatística pelo Student`s-t test (pd0.05). Com a possibilidade de bolsa BEPE, será proposto realizar um screening de RNAm das células claras frente à infecção viral, no laboratório da Dra. M.A. Battistone (Harvard Medical School, Boston, EUA). | |
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