| Processo: | 22/11861-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 19 de junho de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | Fernanda Viviane Mariano Brum Corrêa |
| Beneficiário: | Luccas Lavareze dos Reis |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neoplasias de cabeça e pescoço Carcinoma adenoide cístico Mutação Terapia de alvo molecular Xenoenxertos Cisplatino |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alterações genéticas | Carcinoma Adenóide Cístico | inibidores de desacetilase | marcadores diagnósticos | modelo PDX | Terapia alvo | Patologia de Cabeça e Pescoço |
Resumo O carcinoma adenóide cístico (CAC) é um tumor raro, responsável por cerca de 1% de todas as neoplasias malignas de cabeça e pescoço e cerca de 10% de todos os tumores das glândulas salivares. Embora cresçam lentamente, CACs apresentam um curso clínico progressivo e infiltrativo, podendo desenvolver metástases de ocorrência rápida em doenças de alto grau. CACs são conhecidos por serem tumores difíceis de tratar, especialmente por sua resistência à quimioterapia. Com o avanço da Patologia Molecular, uma infinidade de potenciais alvos terapêuticos foi explorada. Pesquisas recentes têm demonstrado alterações epigenéticas nestes tumores e fornecem insights importantes acerca dos inibidores de histona desacetilase (por exemplo, Entinostat) nestes pacientes. Neste presente projeto realizaremos o Sequenciamento Total do Exoma (WES) de quatro grupos distintos de CAC derivados de xenoenxertos: (1) não tratado; (2) tratado com Entinostat; (3) tratado apenas com cisplatina; e (4) tratado com a combinação de Entinostat e Cisplatina e (5) um grupo de CAC provenientes de pacientes previamente a terapia. Desse modo, buscamos ampliar o perfil genômico deste tumor além dos achados já característicos (tumores com ou sem rearranjo em MYB-NFIB) e também, avaliar as mudanças genéticas em decorrência das terapias utilizadas, tentando elucidar o papel de fármacos epigenéticos nestes tumores. (AU) | |
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