| Processo: | 22/14337-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2023 |
| Situação: | Interrompido |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Lisete Compagno Michelini |
| Beneficiário: | Sany Martins Pérego |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 18/14544-6 - Barreira hematoencefálica: um novo paradigma no tratamento da hipertensão, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/21699-7 - Entendendo os efeitos da Hipertensão Renovascular nas células da glia, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Astrócitos Barreira hematoencefálica Hipertensão Treinamento aeróbio Sistema cardiovascular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | astrócitos | Barreira hematoencefálica | Controle autonômico da circulação | hipertensão arterial | treinamento aeróbio | Sistema cardiovascular |
Resumo Após a comprovação de que a hipertensão crônica cursava com uma disfunção da barreira hematoencefálica (BHE) e autonômica em áreas importantes para o controle autonômico cardiovascular (BIANCARDI et al, 2014), nosso grupo demonstrou que ambas as disfunções eram revertidas pelo treinamento aeróbio (BUTTLER et al, 2017). Em trabalho recente do laboratório observou-se ainda que tanto o aumento do extravasamento da BHE na hipertensão, quanto sua correção pelo treinamento eram acompanhadas por aumento e redução, respectivamente, na formação de vesículas transcitóticas e na expressão de caveolina-1 (um dos principais componentes das vesículas responsáveis pelo transporte transcelular) em células endoteliais da BHE, sem alterações marcantes das junções oclusivas (CÂNDIDO & MICHELINI, artigo em publicação; FRAGAS et al, 2021), sugerindo a transcitose como um dos principais mecanismos responsáveis pelas alterações havidas. Entretanto, não há ainda nenhuma informação sobre os efeitos da hipertensão e do treinamento aeróbio sobre a morfologia/funcionalidade dos podócitos do astrócitos que revestem externamente e isolam a BHE em áreas de controle autonômico. Desconhecemos também se as adaptações estruturais/funcionais da BHE à hipertensão e ao treinamento aeróbio são específicas à hipertensão primária (os estudos relacionados anteriormente foram sempre conduzidos em SHR) ou mais genéricas caracterizando outros modelos de hipertensão crônica como por exemplo a hipertensão secundária. É nossa hipótese de trabalho que a hipertensão e o treinamento aeróbio possam alterar a permeabilidade da BHE na hipertensão secundária de forma similar à observada nos SHR e que alterações estruturais/ funcionais dos podócitos dos astrócitos possam de alguma forma prejudicar a funcionalidade da BHE na hipertensão, mas contribuir para sua correção após o treinamento aeróbio. | |
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