| Processo: | 23/06121-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 14 de setembro de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Luiz Fernando Approbato Selistre |
| Beneficiário: | Giovanna Laura Neves Antonio Gaban |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/05479-7 - O processamento da dor na linha de base pode prever mudanças na dor e na capacidade funcional após 8 semanas de exercício em indivíduos com dor lombar?, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Cervicalgia Dor crônica Limiar da dor Medição da dor |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cervicalgia | dor cervical | dor crônica | Exercício Terapêutico | Limiar da Dor | Medição da Dor | Fisioterapia em Reumatologia |
Resumo Os indivíduos com dor cervical crônica podem apresentar alterações no processamento central da dor. A literatura recomenda abordagens como exercícios terapêuticos, porém as evidências para hipoalgesia induzida pelo exercício (HIE) nessa população são limitadas, inconclusivas e com baixa qualidade metodológica. Sabe-se que a HIE pode ser influenciada pelo tipo de exercício e pelo envolvimento de músculos dolorosos (exercícios específicos) ou não dolorosos (exercícios não específicos). Além disso, não há evidências se um protocolo de intervenção desses exercícios pode modular a HIE ao longo do tempo e o processamento da dor. Por estas razões, é fundamental comparar os efeitos agudos e à longo prazo de protocolos de exercícios específicos e não específicos no processamento da dor. Essas informações auxiliarão o desenvolvimento de estratégias que otimizem as prescrições de exercícios terapêuticos com o objetivo de alívio de dor e diminuição da exacerbação da dor após uma sessão de exercícios, para assim aumentar a aderência à programas de reabilitação à longo prazo. Objetivos: Comparar o efeito agudo e à longo prazo de dois protocolos de exercícios (específicos e não específicos) no processamento da dor em indivíduos com dor cervical crônica não específica. Metodologia: Ensaio clínico randomizado controlado simples cego. Serão recrutados 94 participantes entre 18 e 65 anos que apresentarem dor cervical não específica há mais de 3 meses. Eles serão randomizados e alocados em dois grupos (exercícios específicos (GEE) e não específicos (GENE)) e receberão as intervenções de forma aguda (uma única sessão) e à longo prazo, para casa, duas vezes por semana com duração de 8 semanas. Ambos os protocolos são divididos em 2 fases progressivas e individualizadas. Os desfechos primários serão: intensidade de dor ao repouso e ao movimento pela escala numérica de dor, limiar de dor por pressão e hipoalgesia induzida pelo exercício. Já os desfechos secundários serão: somação temporal, modulação condicionada da dor, Índice de Incapacidade do Pescoço, Escala de Percepção Global de Mudança e aderência aos exercícios. As avaliações serão realizadas na linha de base, após 8 semanas de intervenção e no follow-up de 6 meses. Análise estatística: A análise dos efeitos do tratamento irá seguir os princípios da análise por intenção de tratar. Para comparação dos efeitos agudos e à longo prazo das intervenções, serão utilizados modelos mistos de análise da variância (ANOVA), com interação entre grupos (GEE e GENE) e tempo (pré, pós intervenção de 8 semanas e follow-up de 6 meses). | |
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