| Processo: | 23/14779-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2026 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Silvia Honda Takada |
| Beneficiário: | Silvia Honda Takada |
| Instituição Sede: | Centro de Matemática, Computação e Cognição (CMCC). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Santo André |
| Assunto(s): | Plasticidade neuronal Neurobiologia Hipocampo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Encefalopatia hipóxico-isquêmica | Hipocampo | Neuroplasticidade | Neurobiologia |
Resumo
A asfixia perinatal é considerada um grave problema de saúde pública mundial, por acarretar sequelas permanentes, tais como déficits motores, cognitivos e/ou sensoriais. Ainda, há relatos que a asfixia perinatal pode predispor indivíduos ao transtorno do espectro autista (TEA), à esquizofrenia, ao transtorno do déficit de atenção com hiperatividade e, segundo estudos mais recentes, há relatos de que a privação de oxigênio neonatal possa propiciar o surgimento ou mesmo agravar quadros cognitivos de doenças neurodegenerativas, como a Doença de Alzheimer. As hipóteses para correlacionar a asfixia perinatal com a ocorrências destas patologias a longo prazo se baseiam no conceito DOHaD (Developmental Origins of Health and Disease), em que fatores ambientais, maternos, de crescimento e desenvolvimento que incidem no início da vida possuem efeitos na vulnerabilidade a doenças a longo prazo. Do ponto de vista celular e molecular, a privação de oxigênio promove inicialmente falha energética, desencadeando cascatas neurotóxicas, com importante estresse oxidativo, neuroinflamação e morte celular, eventos estes que podem persistir ao longo da vida, levando a prejuízos na proliferação, mielinização e sinaptogênese e alterações na plasticidade cerebral. Assim, o objetivo do presente projeto é investigar os efeitos do uso de antioxidantes, como a melatonina, nos eventos a longo prazo da asfixia perinatal, incluindo a maior vulnerabilidade às doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer, utilizando modelo animal de envelhecimento precoce. (AU)
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