| Texto completo | |
| Autor(es): |
Raquel Quimas Molina da Costa
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José Eduardo Pompeu
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Daniel Donadio de Mello
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Emerson Moretto
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Fernanda Zillig Rodrigues
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Michelle Didone dos Santos
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Ricardo Nitrini
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Francesca Morganti
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Sonia Maria Dozzi Brucki
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Número total de Autores: 9
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| Afiliação do(s) autor(es): | [1] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Departamento de Neurologia - Brasil
[2] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia ocupacional - Brasil
[3] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia ocupacional - Brasil
[4] Universidade de São Paulo. Escola Politécnica. Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos - Brasil
[5] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia ocupacional - Brasil
[6] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia ocupacional - Brasil
[7] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Departamento de Neurologia - Brasil
[8] Università degli studi di Bergamo. Dipartimento di Scienze umane e sociali - Itália
[9] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Departamento de Neurologia - Brasil
Número total de Afiliações: 9
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| Tipo de documento: | Artigo Científico |
| Fonte: | Dement. Neuropsychol.; v. 12, n. 2, p. 196-204, 2018-06-00. |
| Resumo | |
Resumo A orientação espacial é um domínio cognitivo freqüentemente comprometido na doença de Alzheimer e pode ser um dos primeiros sintomas manifestados. Objetivo: Este artigo descreve os resultados de tolerabilidade, sensação de presença e usabilidade de duas tarefas imersivas de realidade virtual para avaliação da orientação espacial, utilizando óculos de RV em adultos. Métodos: 31 adultos saudáveis, recrutados entre estudantes universitários e da comunidade local, realizaram duas tarefas de realidade virtual imersiva para avaliação da orientação espacial: A tarefa SOIVET-Maze para avaliação da capacidade de transposição da orientação alocêntrica para egocêntrica e a tarefa SOIVET-Route para avaliação da memória espacial e reconhecimento de pontos de referência. Os participantes também responderam questionários sobre Sensação de Presença, Sintomas de cybersickness, Perfil de Uso de Tecnologia e Histórico de cinetose. Feedback espontâneo dos participantes foi utilizado como medida de usabilidade. Resultados: Todos os participantes conseguiram compreender as instruções da tarefa e como interagir com o sistema. Ambas tarefas parecem induzir forte sensação de presença, avaliada pelo Questionário de Presença de Witmer e Singer (M=128 e 143 para SOIVET-Maze e SOIVET-Route, respectivamente). A tarefa SOIVET-Route teve uma pequena vantagem numérica em relação à tarefa SOIVET-Maze na pontuação de tolerabilidade avaliada pelo Questionário de Cybersickness (M=4,19, SD=5,576 e M=3,52, SD=6,418 para SOIVET-Maze e SOIVET-Route respectivamente). Além disso, não houve desistências na SOIVET-Route devido a problemas de tolerabilidade, ao contrário da SOIVET-Maze, que teve dois drop-outs. No entanto, essa diferença não foi estatisticamente significativa (Z= -901, p=0,368, teste de postos sinalizados de Wilcoxon) (AU) | |
| Processo FAPESP: | 16/04984-3 - Avaliação da orientação topográfica em um ambiente de realidade virtual em pacientes com comprometimento cognitivo leve |
| Beneficiário: | Sonia Maria Dozzi Brucki |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa eScience e Data Science - Regular |