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| Autor(es): |
Número total de Autores: 3
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| Afiliação do(s) autor(es): | [1] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Departamento de Medicina Preventiva
[2] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Departamento de Psiquiatria
[3] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Departamento de Medicina Preventiva
Número total de Afiliações: 3
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| Tipo de documento: | Artigo Científico |
| Fonte: | Revista Brasileira de Epidemiologia; v. 14, n. 1, p. 75-85, 2011-03-00. |
| Resumo | |
O crescimento da população idosa brasileira fez aumentar a prevalência de doenças crônicas e o número de pessoas sofrendo de diversos sintomas ao final da vida. Este estudo objetivou entrevistar cuidadores de idosos falecidos, investigando a presença, intensidade e duração de sintomas no último ano, e se os mesmos foram tratados. Arrolaram-se idosos por inquérito domiciliar de base populacional em setores de baixa renda do Butantã, São Paulo. Eram elegíveis os idosos falecidos durante o período de dois anos de seguimento. Oitenta e um cuidadores foram entrevistados entre três e 16 meses pós-óbito e responderam um questionário sobre onze sintomas. Os sintomas mais referidos foram dor (78%), fadiga (68%), dispnéia (60%), depressão e anorexia (58% cada). Dor, dispnéia e fadiga foram os mais intensos. Dor, fadiga e depressão duraram 6 meses ou mais. Ficaram sem tratamento 79% dos idosos com depressão, 77% daqueles com incontinência urinária e 67% daqueles com ansiedade. É necessário implementar conceitos e ações de cuidados paliativos para dar aos idosos mais dignidade e qualidade ao final da vida. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 04/12694-8 - Incidência de demência e declínio cognitivo em idosos de baixa renda em São Paulo: estudo de coorte |
| Beneficiário: | Isabela Judith Martins Bensenor |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |