| Texto completo | |
| Autor(es): |
Número total de Autores: 3
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| Afiliação do(s) autor(es): | [1] Federal University of Minas Gerais - Brasil
[2] Federal University of Minas Gerais - Brasil
[3] Federal University of Rio Grande do Sul - Brasil
Número total de Afiliações: 3
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| Tipo de documento: | Artigo Científico |
| Fonte: | Dement. Neuropsychol.; v. 13, n. 1, p. 104-110, 2019-03-00. |
| Resumo | |
RESUMO. Lembrar materiais recentemente estudados (i.e., prática da recuperação) é melhor para a aprendizagem do que reestudar esses materiais. Objetivo: Investigar se a prática da recuperação beneficia a aprendizagem de indivíduos com síndrome de Down. Métodos: Dezoito indivíduos com síndrome de Down (idade média=21,61, DP=5,93) leram um texto enciclopédico com várias palavras-alvo. Depois de o texto ser lido duas vezes, metade das palavras-alvo (prática de recuperação) foi relembrada, e metade foi relida (reestudo). Após 48 horas, os participantes responderam a um teste de múltipla escolha incluindo todas as palavras-alvo. A inteligência dos participantes foi avaliada pelos subtestes Raciocínio matricial e Vocabulário do WASI. Resultados: O benefício da prática de recuperação para o aprendizado foi melhor quando comparado ao reestudo, embora essa diferença não tenha alcançado significância estatística. A inspeção de dados individuais sugeriu que o benefício da prática de recuperação foi melhor que o benefício do reestudo para a maioria dos participantes, independentemente do vocabulário ou capacidade de raciocínio. Conclusão: Embora mais pesquisas sejam necessárias para recomendar o uso dessa estratégia de aprendizado para essa população, os dados sugerem que a prática de recuperação pode ser uma ferramenta de ensino útil, para pelo menos parte dessa população. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 14/50909-8 - INCT 2014: Comportamento, Cognição e Ensino (INCT-ECCE): aprendizagem relacional e funcionamento simbólico |
| Beneficiário: | Deisy das Graças de Souza |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Temático |