| Processo: | 05/58093-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Comportamento Animal |
| Pesquisador responsável: | Vera Lucia Imperatriz-Fonseca |
| Beneficiário: | Denise de Araujo Alves |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Melipona Abelhas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Abelhas Sem Ferrao | Melipona Rufiventris | Melipona Scutellaris | Meliponicultura | Pequenas Populacoes | Producao De Sexuados |
Resumo O maior desafio para a formação de meliponários é atender aos quesitos da hipótese de Kerr que aponta para a necessidade da existência de 44 ninhos da espécie criada no meliponários ou nos arredores para que as colônias não produzam machos diplóides. Nogueira-Neto (2002) testou a validade desta hipótese efetuando divisões sucessivas em ninhos provenientes de duas matrizes de Melipona scutellaris e em uma de Melipona rufiventris. Assim, a cada ano, obteve uma série de colônias-mães e filhas desenvolvendo-se sob a mesma pressão ecológica. As colônias-filhas são fortes e nelas não foram detectados machos diplóides. Existem no meliponário Aretuzina, em S3o Simão (SP), 30 colônias de M. scutellaris e 15 colônias de M. rufiventris. Suas rainhas são marcadas e os registros das colônias das colônias efetuados pelo Dr. Paulo Nogueira-Neto, que disponibilizou o material biológico para outras análises complementares. Neste projeto propomos uma investigação do número de rainhas, machos e operárias produzidos mensalmente em 20 colônias de M. scutellaris e 10 colônias de M. rufiventris, por 12 meses; a análise genética das condições de endocruzamento destas populações; a maternidade e a ploidia dos machos produzidos; o estado da colônia, o número e volume dos potes de alimento e suas relações com o tamanho e massa dos indivíduos produzidos. A produção de rainhas nestas espécies será comparada com amostras obtidas em meliponários existentes no local de onde vieram as colônias matrizes destes experimentos (amostras nos meliponários de Recife (PE) para M. scutellaris, e meliponário Luziânia (GO) para M. rufiventris). (AU) | |
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