| Processo: | 07/08256-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2011 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Alvaro Pacheco e Silva Filho |
| Beneficiário: | Eliana Nogueira |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Nefrologia Citomegalovirus Carga viral Transplante de rim |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Carga Viral | citomegalovirus | Resistência | Transplante renal | Nefrologia |
Resumo Em transplantados renais, 60-100% dos pacientes desenvolvem infecção por CMV, dos quais 20-60% apresentam infecções sintomáticas. Vários métodos tem sido utilizados para diagnosticar a infecção por CMV. Estes ensaios tem sido usados para ilustrar a freqüência com que ocorre a reativação de CMV pós-transplante e a utilidade clínica de monitorar os pacientes prospectivamente, permitido o direcionamento da conduta clínica para com o paciente. Recentemente, outro fator tem se mostrado importante entre os transplantados renais: a incidência de resistência ao ganciclovir. Pacientes transplantados que não foram previamente expostos ao CMV são altamente susceptíveis à doença por CMV sob imunossupressão, principalmente os receptores negativos que recebem órgão de doador positivo além disto o fato de ser R-/D+ também tem sido considerado um fator de risco para o desenvolvimento de resistência ao ganciclovir. A maioria dos isolados clínicos resistentes ao ganciclovir contém mutações em três sítios entre o códon 400 e 707 da região de UL97, sendo que a maioria das mutações ocorre nos códons 460,594 e 595. No Brasil, a mutação L595S, foi descrita como a mais freqüente, e em outros países a mais relatada é a mutação 460V. Vários ensaios laboratoriais para diagnóstico de resistência ao ganciclovir foram desenvolvidos, mas em geral são bastante trabalhosos e o tempo para o diagnóstico é bastante demorado. O objetivo deste estudo é verificar a incidência de resistência ao ganciclovir e desenvolver uma PCR quantitativa para detecção e monitoramento da infecção por CMV em transplantados renais. Um método que seja de execução rápida, fácil, sensível e específico. Este novo método deve ser capaz de avaliar a quantidade de cepas resistentes e selvagens ao mesmo tempo no paciente. (AU) | |
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