| Processo: | 09/06026-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Fisiológica |
| Pesquisador responsável: | Dora Selma Fix Ventura |
| Beneficiário: | Dora Selma Fix Ventura |
| Instituição Sede: | Instituto de Psicologia (IP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 10/03089-4 - Treinamento em Técnicas de Pesquisa em Genética de Opsinas e em Avaliação da Visão de Cores, BP.TT |
| Assunto(s): | Psicofísica Visão de cores Opsinas Defeitos da visão cromática |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acromatopsia | Discromatopsia | genética | opsinas | psicofísica | visão de cores | Psicofísica Visual |
Resumo
As deficiências de visão de cores em humanos podem ser hereditárias ou adquiridas. Estudos clínicos e genéticos mostram uma correlação entre fenótipo e genótipo nos casos das deficiências hereditárias. Mutações, deleções e re-arranjos de genes podem causar perda total ou parcial na discriminação de cores. Cerca de 8% dos homens e 0,4 % das mulheres nascem com defeitos hereditários de visão de cores do tipo verde-vermelho, cuja freqüência pode variar conforme a etnia. O objetivo deste projeto é estudar a correlação entre as perdas na discriminação de cores avaliadas com testes psicofísicos e o sequenciamento dos genes que codificam os pigmentos visuais. Além disso, pretende-se investigar as causas das perdas de visão de cores em outras patologias. Estudos psicofísicos e eletrofisiológicos em pacientes com LHON, diabetes e acromatopsia revelaram perdas e ausência da percepção de cores e do funcionamento adequado dos cones. As causas genéticas dessas perdas também serão investigadas neste projeto. Para tal, a reação em cadeia da polimerase (PCR) será utilizada para amplificar o polimorfismo rs1617640 dos pacientes com diabetes do tipo 2, os segmentos dos genes que codificam as opsinas L e M dos pacientes com LHON e com deficiência hereditária da visão de cores, e os principais éxons dos genes CNGA3 e CNGB3 dos pacientes acromatas. As análises serão feitas através do sequenciamento direto dos genes amplificados com PCR. (AU)
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