| Processo: | 09/18592-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Karin Hermana Neppelenbroek |
| Beneficiário: | Gabriel Salles Barbério |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anti-infecciosos Reembasadores de prótese Estomatite sob prótese Prótese dentária Candida albicans |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antiinfecciosos | Cândida Albicans | Estomatite sob prótese | Reembasadores de Dentadura | Prótese Dentária |
Resumo A etiologia da estomatite protética é considerada multifatorial, sendo a infecção por Candida o principal fator etiológico. Essa patologia é comum recorrer em até duas semanas após seu tratamento devido a uma concentração insuficiente de antimicrobianos na superfície interna da prótese. Isso se deve à ação de limpeza da musculatura bucal, ao efeito diluente da saliva, à contaminação da resina acrílica da base em profundidade pelos microrganismos e à proteção dos mesmos à ação das drogas pelo sistema de biofilme. Por isso, no tratamento da estomatite protética, é imprescindível aumentar a concentração de antimicrobianos nos sítios infectados e ao, mesmo tempo, reduzir microrganismos das superfícies das próteses. A incorporação de agentes antimicrobianos em materiais resilientes para reembasamento temporário tem se mostrado efetiva na inibição de patógenos, apresentando vantagens como: redução do trauma causado pela prótese, eliminação do contato da mucosa infectada com a base acrílica e, portanto, do ciclo de re-infecção, ação dos agentes antimicrobianos sobre os tecidos paraprotéticos injuriados, custo reduzido e redução da participação ativa dos pacientes. Para isso, a ação antimicrobiana a longo prazo de 5 drogas incorporadas (nistatina, miconazol, cetoconazol, itraconazol e clorexidina) a diferentes materiais resilientes (Softone e Trusoft) sobre o biofilme de C. albicans aderido aos mesmos será avaliada por meio da determinação da mínima concentração inibitória (MCI) e de sub-concentração inibitória (MCI50). O biofilme fúngico será formado sobre corpos de prova (10 x 1 mm) dos materiais avaliados (com ou sem adição de droga), em condições aeróbicas de incubação a 37oC em meio de cultura YNB. A análise do biofilme fúngico será realizada pelo ensaio de redução de sais de tetrazólio-XTT. A MCI e a MCI50 serão determinadas pelo nível de atividade metabólica das células viáveis de acordo com o método do XTT logo após a formação do biofilme (48 h) e após 14 dias. | |
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