| Processo: | 11/02889-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira |
| Beneficiário: | Luciana Politti Cartarozzi |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 12/13514-0 - Análise dos mecanismos celulares em lesões agudas no sistema nervoso central e periférico utilizando novas técnicas de imagem, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Neurobiologia Células-tronco mesenquimais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células tronco mesenquimais | selante de fibrina | tubulização | Neurobiologia |
Resumo A axotomia periférica é uma lesão que resulta na perda de continuidade do nervo lesionado. No sentido de repará-la, foram desenvolvidas diversas técnicas, entre elas o autoenxerto e a tubulização com próteses de polietileno e biorreabsorvíveis. Essa última tem a vantagem de ser confeccionada com a dimensão e forma desejada, sustentar o processo regenerativo, orientando o brotamento axonal e sofrer degradação de acordo com tempo de implantação. Apesar da grande capacidade regenerativa do sistema nervoso periférico, há a dependência da expressão correta de fatores de crescimento e rearranjo dos componentes da matriz extracelular pelas células de Schwann. Também é sabido que as células tronco mesenquimais podem ter ação neurotrófica. Nesse sentido, um elemento passível de receber células em sua conformação é a cola de fibrina, o que torna possível o enxerto de células tronco com capacidade de estimular localmente diferentes tipos celulares no interior de uma prótese tubular. Devido às características positivas das próteses reabsorvíveis, a importância das células tronco mesenquimais e da cola de fibrina, o presente trabalho tem como objetivos estudar in vivo a influência da cola de fibrina enxertada com células tronco mesenquimais (promovendo um suporte estrutural para a regeneração) no interior de tubos de poli-caprolactona (PCL) confeccionados pela metodologia do solvente. (AU) | |
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