| Processo: | 12/02316-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Tecnologia de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Samantha Cristina de Pinho |
| Beneficiário: | Janaína Costa da Silva |
| Supervisor: | António Augusto Martins de Oliveira Soares Vicente |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Universidade do Minho (UMinho), Portugal |
| Vinculado à bolsa: | 10/13229-8 - Microestrutura, estabilidade e digestibilidade in vitro de micropartículas lipídicas sólidas contendo triacilgliceróis de cadeia média, BP.MS |
| Assunto(s): | Microencapsulação Digestibilidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Microencapsulação | Microencapsulação |
Resumo A crescente preocupação com a saúde e a prevenção de doenças através da nutrição exige o desenvolvimento de técnicas para encapsular, proteger e liberar os componentes bioativos ao organismo. A inovação na indústria de alimentos nesta área precisa, então, da mudança de foco da observação das propriedades macroscópicas para aquelas que surgem na meso e na nano escalas, com o subsequente controle da microestrutura da matriz alimentícia utilizada e de sua funcionalidade. Por tal motivo, são cada vez mais imprescindíveis os estudos sobre as relações entre a microestrutura dos alimentos e a funcionalidade nos níveis físico, nutricional e fisiológico. Uma das áreas mais em que tal abordagem se encaixa perfeitamente é a microencapsulação, que possui ainda sérias limitações no que diz respeito à incorporação de ingredientes hidrofóbicos que necessitam ser incorporados em formulações aquosas. Desta forma, se faz necessário o desenvolvimento de estudos destas tecnologias visando a incorporação real da funcionalidade nas formulações alimentícias. Em outras palavras, estabelecer de fato tecnologias de micro e nanoencapsulação que permitam: (i) a incorporação de mecanismos de liberação controlada na formulação; (ii) aumento da bioacessibilidade e da biodisponibilidade aos ingredientes ditos funcionais, através do controle da microestrutura do alimento. Este projeto tenta contemplar estas duas necessidades, ao propor a utilização de ácidos graxos de cadeia média para produção de micropartículas lipídicas sólidas e avaliação de sua digestibilidade. Propõe-se neste estudo a investigação da digestibilidade in vitro dinâmica de micropartículas lipídicas sólidas produzidas com misturas de ácidos graxos de cadeia longa e óleo de palmiste ou óleo de babaçu, que são óleos láuricos. Pretende-se que a aluna de mestrado faça seus experimentos no equipamento montado no Departamento de Engenharia Biológica da Universidade do Minho, em Portugal, e que os dados obtidos sejam comparados com os dados da digestibilidade in vitro estática que serão realizados no Brasil. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |