| Processo: | 12/04237-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Jovens Pesquisadores |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Kanashiro |
| Beneficiário: | Alexandre Kanashiro |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 11/20343-4 - Via colinérgica anti-inflamatória: o papel da neuroimunomodulação no controle da resposta inflamatória, AP.JP |
| Assunto(s): | Neuroimunomodulação Artrite Citocinas Sistema nervoso autônomo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | artrite | asma) | citocinas | doenças inflamatórias (sepse | neuroimunomodulação | receptores nicotínicos e adrenérgicos | Sistema nervoso autonomo | via colinérgica antiinflamatória | neuroimunomodulação |
Resumo Recentes trabalhos vêm demonstrando a existência de uma complexa e elaborada comunicação bidirecional entre o sistema nervoso central e o sistema imunológico. A recém-descoberta "via colinérgica antiinflamatória" (VCA) tem recebido destaque científico uma vez que está envolvida na manutenção homeostática da imunidade. No entanto, devido à complexidade da VCA, uma vez que esta envolve diversas áreas da ciência (imunologia, farmacologia, fisiologia, anatomia e neurologia) , existem poucos grupos estudando (i) os mecanismos pelas quais a VCA controla as respostas imunes e (ii) como a utilização deste conhecimento poderia ser empregado na modulação de respostas imunes envolvidas em doenças inflamatórias. O presente projeto, desta forma, tem como objetivo inserir uma nova área de pesquisa dentro da neuroimunologia/neuroimunomodulação no país, entendendo, desta forma, a importância funcional do eixo neuro-imune nas respostas imunes inata, adaptativa Th1 e Th2, que se encontram alterados na sepse, artrite e asma, respectivamente. Baseado no fato de que células do sistema imune expressam receptores para neurotransmissores e são consideradas importantes fontes não-neurais dos mesmos, utilizaremos ferramentas farmacológicas e/ou cirúrgicas que alterem o eixo neuro-imune (com ênfase na VCA) e investigaremos o seu efeito nas respostas imunes inata e adaptativa Th1/Th2, utilizando modelos das doenças acima citadas. O entendimento desta comunicação neuro-imune poderá ser útil na descoberta de novos alvos terapêuticos e de formas de tratamento para diferentes enfermidades envolvendo o sistema imune, como as infecções e doenças inflamatórias crônicas, entre elas as auto-imunes. | |
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