| Processo: | 12/05767-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 05 de setembro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Silvicultura |
| Pesquisador responsável: | Pedro Henrique Santin Brancalion |
| Beneficiário: | Denise Teresinha Gonçalves Bizuti |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 14/21135-4 - É possível reverter a degradação do solo provocada pela mineração de bauxita por meio da restauração ecológica?, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Restauração florestal Restauração ecológica Solos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Áreas Mineradas | Índice de qualidade do solo | reabilitação florestal | recuperação de áreas degradadas | restauração florestal | Topsoil | Solos |
Resumo A mineração é uma das atividades antrópicas mais impactantes aos recursos naturais, e que pode afetar profundamente a resiliência dos ecossistemas em função do nível de degradação do solo. Diante disso, muitas áreas mineradas não são efetivamente recuperadas a ponto de restabelecer parte relevante da biodiversidade e dos serviços ambientais, restringindo-se à reabilitação. No entanto, novos métodos de restauração ecológica têm gerados resultados promissores mesmo em situações de degradação tão intensa como as de mineração, o que permitiria rever os níveis mínimos de qualidade ambiental exigidos de áreas que foram mineradas e que precisam passar por um processo de recuperação como forma de mitigação de impactos ambientais. Assim, o objetivo desse estudo é avaliar a recuperação física, química e microbiológica do solo em áreas em processo de recuperação ambiental, com diferentes métodos, após exploração de bauxita. As áreas de estudo estarão inseridas em dois locais pertencentes à ALCOA Alumínio em Poços de Caldas-MG, as quais foram submetidas a métodos de restauração florestal e reabilitação florestal após a mineração. Serão avaliadas 2 áreas recém mineradas, 9 restauradas, 9 reabilitadas e 2 remanescentes naturais. Em cada área, serão estabelecidas 4 unidades amostrais equidistantes e sistematicamente distribuídas. Cada unidade amostral corresponderá a um ponto de coleta, sendo esse composto por 15 sub-amostras georreferenciadas, nas profundidades de 0-5, 5-10, 10-20, 20-40, 40-60 cm e 0-10 cm no perfil do solo para as análises químicas, físicas e microbiológicas, respectivamente. Os parâmetros químicos avaliados serão pH, matéria orgânica (M.O), carbono total, P, Al, H + Al-1, K, Ca, Mg, soma de bases (SB), capacidade de troca de cátions (CTC), saturação por bases (V%) e saturação por alumínio (m%); os físicos, textura (areia, silte e argila), densidade, macroporosidade e microporosidade, porosidade total, capacidade de água disponível (CAD), argila dispersa em água, percolação e compactação e os microbiológicos, diversidade microbiana e taxa de respiração basal. O índice de qualidade do solo será determinado através do modelo aditivo ponderado. | |
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