| Processo: | 12/08922-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Carlos Amilcar Parada |
| Beneficiário: | Carlos Amilcar Parada |
| Instituição Sede: | Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Neurobiologia Atividade física Sistema nervoso central Dopaminérgicos Dor Depressão |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atividade Física | Bdnf | depressão | dor crônica | sistema dopaminérgico mesolímbico | Sistema Nervoso Central | Neurobiologia da dor |
Resumo
Estudos epidemiológicos indicam uma estreita associação entre transtorno depressivo e dor crônica. Diversas características clínicas e biológicas são compartilhadas entre dor e depressão; e várias estruturas neuroanatômicas, circuitos neurais e sistemas de neurotransmissores apresentam alterações similares nestas duas condições. Têm emergido evidências da participação do Sistema Dopaminérgico Mesolímbico (SDM) na modulação dos mecanismos de dor; e nosso grupo demonstrou recentemente que o Núcleo Acumbente,estrutura componente do SDM, possui um papel facilitatório na manutenção da hiperalgesia persistente de origem inflamatória. O SDM também tem participação na mediação de anormalidades comportamentais observadas na depressão e tem sido proposto que alterações na expressão e sinalização do Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF) no SDM estão envolvidas na depressão. Desta forma, o SDM se constitui em uma das estruturas neurais onde ocorrem alterações neuroplásticas que podem ser compartilhadas entre a dor crônica e a depressão. O exercício físico exerce um bem documentado efeito antidepressivo além de ser indicado como intervenção não farmacológica para o alívio de sintomas em condições de dor crônica tais como dor lombar, doenças reumáticas e, sobretudo, fibromialgia. Assim, no presente estudo pretende-se investigar o efeito da atividade física voluntária realizada por camundongos sobre a hiperalgesia persistente de origem inflamatório e sobre o comportamento do tipo depressivo, correlacionando com a expressão do BDNF no SDM. (AU)
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