| Processo: | 14/03792-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia |
| Pesquisador responsável: | Ana Lucia Tabet Oller do Nascimento |
| Beneficiário: | Gabriela Hase Siqueira |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Leptospirose Evasão da resposta imune Biotecnologia Leptospira |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | complemento | Evasão imune | Leptospira | leptospirose | Biotecnologia |
Resumo Leptospirose é uma zoonose mundial causada por espécies patogênicas do gênero Leptospira que acomete várias espécies de animais, incluindo humanos. Essa doença gera um grande prejuízo econômico tanto para a saúde humana como animal. Medidas de controle da doença direcionadas para o controle de roedores e para a melhoria das condições higiênico-sanitárias da população são difíceis de serem implementadas. A vacinação também é um desafio a ser superado, pois as vacinas disponíveis no mercado falham em induzir uma proteção duradoura e de amplo espectro. O entendimento da patogênese de um microrganismo pode auxiliar no desenvolvimento de estratégias de defesa contra o mesmo; em relação às leptospiras ainda pouco se sabe sobre os seus mecanismos de invasão e patogenicidade. Ao invadir um hospedeiro, um microrganismo deve ser capaz de escapar dos mecanismos da defesa inata do hospedeiro para conseguir colonizar tecidos alvos. Há alguns anos foi observada a capacidade de cepas patogênicas de leptospira sobreviverem à ação do sistema complemento, um componente essencial do sistema imune inato, e mais recentemente foi demonstrado que as leptospiras se ligam à reguladores desse sistema para a modulação da resposta imune. Uma das estratégias de sobrevivência utilizadas por alguns patógenos, porém ainda pouco explorada, é a evasão da via terminal do sistema complemento. Esse projeto propõe avaliar a capacidade de leptospiras patogênicas inibirem a ação dessa via, bem como tentar identificar proteínas envolvidas diretamente nesse processo. A neutralização dessas proteínas pode eventualmente impedir a colonização de tecidos do hospedeiro por essas bactérias e essa estratégia pode ser eficiente para o desenvolvimento de uma vacina contra a leptospirose. | |
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