| Processo: | 17/04174-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia |
| Pesquisador responsável: | Luciana Biagini Lopes |
| Beneficiário: | Vanessa Franco Carvalho Dartora |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/16617-7 - Sistemas nanoestruturados tópicos para co-localização de agentes quimioterápicos e quimiopreventivos na pele e mama, AP.JP |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/17679-0 - Nanopartículas poliméricas termossensíveis para co-encapsulação de agentes quimioterápicos e administração intraductal no tecido mamário, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Piplartina Citotoxicidade Nanoemulsão Nanofármacos Nanocarreadores Neoplasias mamárias |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | citotoxicidade | nanocarreadores | Nanoemulsão | Piplartina | Tumor de mama | Nanofarmacos |
Resumo O câncer de mama é uma das principais causas de morte entre as mulheres, representando cerca de 25% de novos casos anuais no Brasil e no mundo, e carcinomas ductais in situ correspondem a aproximadamente 25% dos casos diagnosticados. Devido ao risco desses tumores originarem formas invasivas, eles são geralmente tratados com cirurgia seguido de radioterapia e/ou tamoxifeno. Entretanto, esse padrão de tratamento vem sido considerado excessivo por diversos grupos para tumores de baixo grau, o que vêm gerando interesse em novas formas de tratamento localizado. Nesse projeto, propomos o desenvolvimento de nanocarreadores bioadesivos contendo o fármaco piplartina para administração intraductal como uma nova estratégia para o tratamento de carcinoma ductal in situ (DCIS). A piplartina (piperlongumina) é um componente alcalóide / amida de espécies de Piper que possui significante atividade citotóxica e anti-proliferativa em diversas linhagens de células tumorais. Tendo em vista a inexistência de formulações especificamente voltadas para a administração intraductal e a insuficiência de alternativas terapêuticas eficazes para localizar agentes ativos nesses tumores enquanto limitando sua exposição sistêmica e incidência de efeitos adversos, propomos a avaliação de nanocarreadores catiônicos bioadesivos para a localização de piplartina na mama. As formulações selecionadas terão o tamanho de partícula, potencial zeta, propriedades reológicas, estabilidade e potencial irritativo avaliados. Em seguida, será estudada a retenção do ativo na mama, efeito citotóxico em linhagens celulares tumorais em cultura bi e tridimensionais e em modelos de câncer de mama in vivo. | |
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