| Processo: | 17/04528-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Camila Aparecida Machado de Oliveira |
| Beneficiário: | Camila Aparecida Machado de Oliveira |
| Instituição Sede: | Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Santos |
| Pesquisadores associados: | Danielle Arisa Caranti ; Isabel Cristina Céspedes ; Luciana Le Sueur Maluf ; Ricardo Jose Gomes |
| Assunto(s): | Obesidade Sedentarismo Atividade física Homeostase Compensação (psicologia) Hipotálamo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | atividade física espontânea | Comportamento compensatório | Comportamento Sedentário | exercicio voluntario | homeostase energética | Fisiologia endócrino-metabólica e exercício |
Resumo
Além da associação entre baixos níveis de atividade física e obesidade, a inatividade física por si só é fator de risco para um grande número de doenças crônico-degenerativas e mortalidade precoce. Atualmente, contudo, o foco contínuo das pesquisas em atividade física moderada e vigorosa no contexto da saúde tem sido questionado. As atividades físicas do dia a dia, de intensidade leve, chamadas de atividade física espontânea (AFE), contribuem substancialmente para o gasto energético diário total e redução de comportamentos sedentários. Apesar disso, o seu estudo tem sido negligenciado. Temos empenhado esforços para expandir o conhecimento acerca da AFE. Recentemente demonstramos uma redução compensatória da AFE em resposta ao exercício voluntário em camundongos. Essa compensação diminui a eficácia do exercício como ferramenta para redução do peso corporal. Observamos também que a queda da AFE no envelhecimento parece envolver redução da ação da leptina no hipotálamo. Pretendemos dar continuidade a esses estudos, atuando em duas frentes. Na primeira, caracterizaremos mudanças compensatórias na AFE em resposta ao exercício voluntário agudo, à medida que os camundongos envelhecem (dos 4 aos 10 meses de idade) e avaliaremos as regiões hipotalâmicas e extra hipotalâmicas que participam da regulação da locomoção tanto em camundongos jovens como envelhecidos. Uma vez que a restrição calórica de 30% parece prevenir a queda da locomoção no envelhecimento, utilizaremos também um grupo de camundongos submetidos a essa restrição. Na segunda frente, avaliaremos, em indivíduos adultos obesos, os efeitos de um programa interdisciplinar para tratamento da obesidade sobre a AFE e se mudanças na AFE repercutem no sucesso do programa, com base em avaliações antropométricas e bioquímicas. (AU)
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