| Processo: | 17/07139-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Renata Guimarães Moreira Whitton |
| Beneficiário: | Filipe Guilherme Andrade de Godoi |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 14/16320-7 - Impactos das mudanças climáticas e ambientais sobre a fauna: uma abordagem integrativa, AP.PFPMCG.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/10495-0 - Di-isononyl phthalato como um contaminante emergente na água doce: quais são os riscos para os processos apoptóticos e autofágicos nas gônadas do zebrafish, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Reprodução Peixes Ecotoxicologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Desreguladores endócrinos | ecotoxicologia | esteroides reprodutivos | Peixes | Reprodução | vitelogenina | Ecotoxicologia |
Resumo A contaminação ambiental, por substâncias como metais e pesticidas, tem prejudicado a biodiversidade, sobretudo em ambientes aquáticos. Estas substâncias alteram a homeostase dos indivíduos, comprometendo a capacidade de sobrevivência. Um novo conjunto de compostos denominados contaminantes emergentes tem sido relatados nos meios hídricos e os respectivos efeitos identificados, inclusive alterações endócrinas. A cafeína e o diclofenaco, hegemonicamente presentes, desencadeiam alterações na fisiologia reprodutiva em vertebrados, assim como modificações na morfologia hepática, renal e branquial de teleósteos. Tendo em vista os efeitos dos contaminantes emergentes na fisiologia de organismos aquáticos, e conhecendo o papel da reprodução na conservação das espécies, o presente estudo tem como objetivo avaliar se o diclofenaco e a cafeína, associados ou isolados agem como desreguladores endócrinos (DE) na fisiologia reprodutiva de machos de Astyanax altiparanae. Este modelo biológico é amplamente distribuído pelas bacias hidrográficas brasileiras e tem sido estudado devido à sua importância ecológica nos ecossistemas neotropicais e no desenvolvimento socioeconômico. Machos são importantes bioindicadores da presença de DE em ambientes impactados, considerando-se principalmente compostos estrogênicos, devido à sua capacidade de expressar genes associados à síntese de vitelogenina (Vtg). Neste contexto, será analisado o perfil dos esteroides gonadais e Vtg plasmática em machos de A. altiparanae, sua expressão hepática, além de biomarcadores somáticos e morfológicos. (AU) | |
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