| Processo: | 17/08349-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 21 de julho de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Físico-química |
| Pesquisador responsável: | Susana Inés Córdoba de Torresi |
| Beneficiário: | Rubens Araujo da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/26308-7 - Otimização das propriedades físico-químicas de materiais nano-estruturados e suas aplicações em reconhecimento molecular, catálise e conversão/armazenamento de energia, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/18846-7 - Avaliação do processo de adesão e proliferação celular em filmes finos de PEDOT-co-PDLLA sob regime de estímulo elétrico e aplicação de força mecânica, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Polímeros condutores Química de materiais Biomateriais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biomateriais | polímeros condutores | Qcm-D | quimica de materiais |
Resumo Revestimentos de superfície funcionais são um aspecto chave para muitas aplicações biomédicas, desde suportes poliméricos para engenharia de tecidos, como matrizes inteligentes para a liberação controlada de fármacos. Dentro deste cenário, a síntese de novos materiais para aplicações biológicas e o desenvolvimento de novos processos apresentam-se promissores. Para isso, polímeros biocompatíveis apresentam-se interessantes para estudar o processo de adesão e proliferação celular, principalmente quando o polímero utilizado possui propriedades eletroativas. Apesar dessas características desejadas, sabe-se que a maioria dos polímeros condutores exibem baixa degradabilidade e possui citoxicidade considerável, limitando-os em possíveis aplicações de interesse biotecnológico. O copolímero de PEDOT-co-PDLLA mostra-se como uma alternativa pois exibe as características físico-químicas e mecânicas necessárias para aplicações de interesse bioclínico, aliadas com propriedades eletroativas, biocompativeis e biodegradáveis somadas. Esse copolímero pode ser aplicado na adesão e proliferação celular, principalmente se funcionalizados com proteínas de ancoragem (laminina, integrina e fibronectina). As células aderidas podem posteriormente serem submetidas a estímulos elétricos para elevar o metabolismo e a proliferação celular. A principal vantagem do uso desse copolímero é a possibilidade de eliminação da necessidade de intervenção cirúrgica para a sua remoção, como ocorre em alguns casos com implantes metálicos, pois a ideia é que o copolímero se degrade ao mesmo tempo em que o tecido celular de interesse vai se regenerando. Espera-se que o procedimento a ser desenvolvido seja acessível para aplicação desse copolímero com propriedades condutoras e biodegradáveis à engenharia de tecidos de forma simples, de baixo custo financeiro e rotineiramente em situações bioclínicas. | |
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