| Processo: | 21/03508-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Interdisciplinar |
| Pesquisador responsável: | Gustavo Cabral de Miranda |
| Beneficiário: | Nelson Côrtes de Oliveira |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 19/14526-0 - Desenvolvimento de vacinas contra Streptococcus pyogenes e Chikungunya utilizando VLPs, AP.JP |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 24/08185-4 - Desenvolvimento de uma vacina de mRNA contra o virus Zika tendo como alvo a proteína de envelope domínio III, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Biomedicina Vacinas Vacinas de partículas semelhantes a vírus Vírus Zika Proteínas do envelope viral |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | E-Iii | Vacina | VLPs | Zikv | Biomedicina |
Resumo O Zika Vírus (ZIKV) é um flavivírus transmitido pela picada de artrópodes do gênero Aedes, mas também por meio de transfusão sanguínea, por via sexual ou materno-fetal. Desde a sua descoberta em 1947, sua infecção anteriormente se restringia a casos leves e subclínicos, entretanto, um grande surto que iniciou em 2015 no Brasil, tem chamado atenção de autoridades em saúde pública, visto que a infecção deste patógeno está relacionado com enfermidades como a Microcefalia e a Síndrome de Guillain-Barré. O ZIKV é capaz de aderir a células neuroprogenitoras e desencadear apoptose nestas, acarretando na síndrome congênita do Zika. Como resultado disso, o desenvolvimento de métodos profiláticos tem se tornado um objetivo global. No entanto, para formular uma vacina eficaz é preciso encontrar um epítopo que evite a formação de reação cruzada dos anticorpos neutralizantes e não desencadeie um aumento na infecção dependente de anticorpos (ADE). Por essa razão, o Domínio III do envelope viral, tem demonstrado ser o melhor alvo, pois os anticorpos que reconhecem este domínio são amplamente específicos para cada flavivírus e/ou sorotipo. Além disso, torna-se necessário a utilização de componentes com característica adjuvantes, surgindo assim a possibilidade do desenvolvimento de novas plataformas eficazes e seguras como as VLPs, que são partículas semelhantes a vírus, para que estimulem a resposta imunológica e potencialize a ação imunológica contra o antígeno desejado. Dentro deste contexto, nosso estudo tem como objetivo desenvolver uma vacina quimérica eficaz e segura contra o ZIKV, baseada nas VP1VLPs contendo a proteína E-III do vírus. (AU) | |
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