| Processo: | 21/04920-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Ludmilla Thomé Domingos Chinen |
| Beneficiário: | Anna Paula Carreta Ruano |
| Instituição Sede: | A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/01191-6 - Fenômenos naturais (trogocitose e fusão celular) entre câncer de ovário e células do sistema imune, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Biópsia líquida Neoplasias ovarianas Células neoplásicas circulantes Fusão celular Hibridização in situ Inibidores de poli(ADP-ribose) polimerases Imuno-histoquímica Reação em cadeia por polimerase (PCR) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biópsia líquida | Câncer de ovário | Células tumorais circulantes | fusão celular | Hibridização in situ | Inibidores de PARP | Biópsia Líquida |
Resumo O Câncer de Ovário é umas das neoplasias com maior mortalidade em mulheres, principalmente entre os períodos de menopausa/pós-menopausa. Sua caracterização é importante para diagnóstico/tratamentos específicos. Independentemente dos avanços terapêuticos, a maioria das pacientes sucumbe à doença. Mutações dos genes BRCA1 ou BRCA2 podem levar à resistência à quimioterapia à base de platina. Um novo tipo de abordagem terapêutica é o tratamento com inibidores de PARP (iPARP). Contudo, a resposta tem sido variável devido à mecanismos de resistência primários ou adquiridos. Tumores primários/lesões metastáticas podem liberar Células Tumorais Circulantes (CTCs), que são altamente heterogêneas. Autores têm estudado a fusão celular, que ocorre quando duas ou mais células tornam-se únicas após a fusão das membranas plasmáticas. Objetivo: Identificar e caracterizar por análise citopatológica, CTCs provenientes de pacientes com tumor de ovário metastático, BRCA1/2 mutado e verificar a presença de fusão celular entre CTCs e leucócitos, além de verificar nas CTCs a presença de genes determinantes de resistência ao iPARP. Metodologia: Estudo prospectivo, realizado por meio da coleta de sangue total de pacientes (n=25) em três momentos: antes, 30 e 180 dias após o início do tratamento com Olaparibe (iPARP). As amostras serão processadas/filtradas no sistema ISET. Posteriormente, será realizada imunocitoquímica com dupla marcação para avaliação protéica de: MC1-R, GnT-V, SPARC e análise da expressão de genes resistentes ao tratamento com iPARP: SLFN11, REV7, 53BP1 e CTC1, por PCR digital. Resultados esperados: Conseguir demonstrar que a biópsia líquida por meio das CTCs pode abrir novas possibilidades para o entendimento da biologia tumoral, diagnóstico e acompanhamento dessas pacientes. (AU) | |
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