| Processo: | 19/04150-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica |
| Pesquisador responsável: | Ludmilla Thomé Domingos Chinen |
| Beneficiário: | Pedro Henrique Barbosa Pereira |
| Instituição Sede: | A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Oncologia Neoplasias colorretais Neoplasias retais Células neoplásicas circulantes Expressão de proteínas Histopatologia Imuno-histoquímica Estudos retrospectivos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Câncer de Reto | Células tumorais circulantes | Pd-L1 | Oncologia |
Resumo O câncer colorretal (CCR) é o terceiro mais frequentemente diagnosticado em todo o mundo e a segunda maior causa de morte por câncer. No Brasil, foram 36 mil casos diagnosticados em 2018, tornando o CCR o terceiro mais frequentemente diagnosticado em homens e o segundo em mulheres. Dentre esses números, no Brasil, foram registrados 17.284 óbitos por CCR, sendo 4.968 por câncer de reto. Um grande fator de risco para a progressão tumoral é a disseminação de células tumorais no sangue. As células tumorais circulantes (CTCs), são um dos mecanismos de disseminação do câncer, elas podem circular no sangue por meses ou até anos antes do desenvolvimento de metástases. É essa circulação espontânea de CTCs que também define o comportamento invasivo do tumor. Geralmente indetectáveis por análise histopatológica e por exames de alta resolução, testes mais sensíveis como ensaios imunocitoquímicos e moleculares têm sido desenvolvidos e vem permitindo a detecção de CTCs. Atualmente, muitos estudos têm focado em analisar a expressão proteica das CTCs em busca de marcadores de invasão e de resistência que possam prever resultados ao tratamento. Um importante marcador de resistência no câncer é a glicoproteína de membrana PD-L1 (ligante de morte programada 1), que é um importante componente no ciclo de imunidade do câncer, realizando a função de impedir o sistema imunológico de destruir células cancerosas. Sua expressão pode predizer um prognóstico favorável para tratamento com terapia anti-PD-1. Este será um estudo retrospectivo, onde serão analisadas 30 amostras de sangue de pacientes com câncer de reto em dois momentos distintos, antes do início e após o término da quimiorradioterapia neoadjuvante. Nosso principal objetivo é avaliar a expressão proteica de PD-L1 no sangue periférico de pacientes com câncer de reto localmente avançado e correlacionar essa expressão com a evolução clinica tumoral e sobrevida livre de progressão. Esperamos com este estudo, conseguir analisar a expressão de PD-L1 em CTCs encontradas no sangue periférico de pacientes portadores de câncer de reto e estabelecer uma correlação com a evolução clínica. Caso nossa hipótese se confirme, poderemos propor um estudo maior para que esta prática seja adotada na clínica. | |
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