| Processo: | 21/13367-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2025 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia |
| Pesquisador responsável: | Aurea Maria Ciotti |
| Beneficiário: | Aurea Maria Ciotti |
| Instituição Sede: | Centro de Biologia Marinha (CEBIMAR). Universidade de São Paulo (USP). São Sebastião , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Sebastião |
| Pesquisadores associados: | Cláudio Clemente Faria Barbosa ; Daniel Andrade Maciel ; Lino Augusto Sander De Carvalho ; Mauro Cirano ; Ronaldo Adriano Christofoletti |
| Assunto(s): | Óptica Sensoriamento remoto Oceanos e mares Monitoramento Sensores ópticos hiperespectrais Propriedades ópticas Águas costeiras São Paulo Atlântico Sul |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cor do oceano hiperspectral | monitoramento da costa de São Paulo | ressurgência da Água Central do Atlântico Sul | Sensoriamento Remoto | Oceanografia Bio-óptica |
Resumo
A observação dos oceanos por sensoriamento remoto provê dados fundamentais sinópticos e sincrônicos sobre a dinâmica física e distribuições da microbiota marinha. A evolução dessa ferramenta prescreve o incremento significativo na quantidade de canais espectrais observados, que necessitam uma melhor descrição e compreensão das propriedades ópticas na coluna de água. Essa proposta investigará por medidas in situ e simulações numéricas a variabilidade do campo luminoso hiperespectral subaquático na costa do estado de São Paulo, focando nos efeitos de intrusões subsuperficiais da Água Central do Atlântico Sul na cor do oceano superficial e o impacto na utilização de imagens da cor do oceano para estudos biogeoquímicos. Além disso, a proposta visa construir algoritmos regionais para a estimativa dos componentes opticamente ativos (fitoplâncton, detritos etc.) para sensores sensoriamento remoto multi- e hiperespectrais, atuais e futuros. Os resultados tecnológicos incluirão a construção de um banco de dados de propriedades ópticas e metodologias de simulação numérica do campo de luz subaquático de oceano costeiro da costa de São Paulo, local onde o estabelecimento de programas de monitoramento são urgentes. Os resultados serão reportados tanto cientificamente como para a sociedade civil e tomadores de decisões. Esperamos estabelecer um marco na evolução dos estudos bio-ópticos de águas costeiras, ainda bastante modestos no Brasil. (AU)
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