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Acromegalia: densidade mineral, microarquitetura e resistência óssea antes e após tratamento com bifosfonato NOVO TITULO: Avaliação da microarquitetura e resistência óssea em adultos com diagnóstico de acromegalia

Processo: 16/23765-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2018 - 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Raquel Soares Jallad
Beneficiário:Raquel Soares Jallad
Instituição-sede: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados: Felipe Henning Gaia Duarte ; Marcello Delano Bronstein ; Paula Paes Batista da Silva ; Regina Matsunaga Martin ; Rosa Maria Rodrigues Pereira
Assunto(s):Endocrinologia  Acromegalia  Densidade óssea  Fratura 

Resumo

Estudos populacionais, incluindo mulheres pós menopausa, identificaram fatores de risco de fraturas como idade, história prévia de fratura, função gonadal e densidade mineral óssea (1-3). Recentemente, a literatura tem indicado que a microarquitetura óssea também devem ser considerada como fator de risco independente de fratura e de forca óssea (4-7).Acromegalia representa uma população com maior risco potencial para a redução da densidade mineral óssea (DMO) em alguns sítios, principalmente quando associada com deficiência hormonal hipofisária múltipla (8-10).Os estudos avaliando a microarquitetura óssea na acromegalia são escassos. Portanto este estudo fornece a oportunidade de avaliar a microarquitetura e resistência óssea e a bioquímica na acromegalia. Eventualmente, estes dados podem possibilitar o diagnóstico precoce do risco de fratura, bem como a melhor estratégica terapêutica para minimizar a ocorrência de fraturas. (AU)