| Processo: | 18/11914-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia |
| Pesquisador responsável: | Wilma Terezinha Anselmo Lima |
| Beneficiário: | Wilma Terezinha Anselmo Lima |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Edwin Tamashiro ; Eurico de Arruda Neto ; Fabiana Cardoso Pereira Valera |
| Assunto(s): | Otorrinolaringologia Sinusite crônica Pólipos nasais Mucosa nasal Marcadores inflamatórios Perfil inflamatório Qualidade de vida Estudo comparativo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Perfil Inflamatório | Polipose Nasal | Rinossinusite Crônica | Otorrinolaringologia |
Resumo
Introdução: A rinossinusite crônica (RSC) é uma doença de alta prevalência na população geral, com grande impacto socioeconômico e que leva a um significativo prejuízo na qualidade de vida dos indivíduos acometidos. Apesar dos avanços nas últimas décadas, a fisiopatogenia da RSC ainda continua muito pouco elucidada, com provável etiologia multifatorial. O tratamento representa um grande desafio, devido ao alto índice de recorrências e impacto na qualidade de vida. Estudos recentes têm demonstrado que a resposta terapêutica de pacientes com RSC depende tanto de características fenotípicas (com pólipos vs. sem pólipo nasal) como da presença de biomarcadores inflamatórios (endotipos) na mucosa nasossinusal. Entretanto, a depender da população avaliada, há uma grande heterogeneidade de biomarcadores na mucosa inflamada, que pode estar associado ao ambiente local e/ou composição étnica. No Brasil, ainda não existem relatos fidedignos de como deva ser o padrão inflamatório predominante em pacientes com RSC. O melhor entendimento dos endotipos da RSC na população brasileira poderia auxiliar o modo como tais pacientes deveriam ser tratados clinica ou cirurgicamente. Objetivos: estudar o perfil inflamatório, citocinas e quimiocinas humanas dos pacientes com RSC com pólipo nasal (RSCcPN) em diferentes regiões do país, comparando-o com o de indivíduos controles. Estabelecer a prevalência dos perfis inflamatórios dos pacientes com RSCcPN e avaliar a variablidade conforme as diferentes regiões. Comparar os achados brasileiros nacionais com os achados de estudos em outros países. Pacientes e métodos: o estudo será realizado em 10 centros de diversas regiões do país. Em cada um destes centros, serão avaliados 16 pacientes com diagnóstico de RSCcPN com pólipos e 16 pacientes controles. Todos os pacientes serão submetidos à biópsias dos pólipos nasais (casos) ou concha média (controles) após um período mínimo de 30 dias sem uso de antibióticos ou corticoesteroides. Será realizada a identificação do perfil inflamatório (Th1/Th2/Th17/Treg) pela determinação da concentração dos seguintes analitos no tecido nasossinusal: EGF, eotaxina, G-CSF, GM-CSF, IFN±2, IFN³, IL-10, IL-12P40, IL-12P70, IL-13, IL-15, IL-17A, IL-1RA, IL-1±, IL-1², IL-2, IL-3, IL-4, IL-5, IL-6, IL-7, IL-8, IP-10, IL-25, MCP-1, MIP-1±, MIP-1², RANTES, TNF±, TNF², VEGF,FGF-2, TGF-±, FIT-3L, fractalcina, GRO, MCP-3, MDC, PDGF-AA, PDGF-AB/BB, sCD40L e IL-9. (AU)
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