Busca avançada
Ano de início
Entree

Efeitos persistentes do estresse subcrônico sobre componentes do sistema ubiquitina-proteasoma cardíaco

Processo:20/13496-8
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Data de Início da vigência: 01 de dezembro de 2020
Data de Término da vigência: 31 de maio de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Regina Celia Spadari
Beneficiário:Regina Celia Spadari
Instituição Sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:Santos
Vinculado à bolsa:16/20784-4 - O papel das sirtuínas sobre a sinalização beta adrenérgica em coração de ratos submetidos ao estresse, BP.PD
Assunto(s):Coração  Estresse  Fisiologia cardiovascular 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:adrenoceptor beta2 | atrogina-1 | Coração | estresse | Murf-1 | PI3K-AKT signaling | Fisiologia cardíaca

Resumo

Nós demonstramos anteriormente que ratos submetidos a estresse por choque nas patas apresentam aumento da expressão de adrenoceptores Beta2 (Beta2-ARs) e alterações de componentes da via sinalizadora Beta2-ARs-Gi relacionada à atrofia em tecido cardíaco. O objetivo deste trabalho é investigar a evolução temporal dessas alterações induzidas por estresse nos componentes desta via sinalizadora. Ratos machos foram submetidos a estresse por choque nas patas uma vez ao dia durante três dias consecutivos. A expressão proteica foi avaliada em ventrículo de ratos eutanasiados imediatamente, 24 h ou 5 dias após a última exposição ao estresse. Houve aumento da expressão de Beta2-ARs no coração de ratos eutanasiados imediatamente após estresse. As expressões de PI3K, pAKT e MurF-1 foram menores que o controle em todos os momentos avaliados; a expressão de atrogina-1 permaneceu inalterada. Os dados sugerem que as expressões de MurF-1 e atrogina-1 são reguladas independentemente e que atrofia pode estar alterado no coração de ratos submetidos a estresse. Além disso, algumas alterações intracelulares induzidas por estresse são mais duradouras e permanecem mesmo após o final do período de exposição ao estresse. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Mais itensMenos itens
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)