| Processo: | 22/09513-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2026 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Cardiorenal |
| Pesquisador responsável: | Agnaldo Bruno Chies |
| Beneficiário: | Agnaldo Bruno Chies |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA). Marília , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Marília |
| Pesquisadores associados: | Dulce Elena Casarini ; Maria Angélica Spadella Santos ; Rosemari Otton |
| Assunto(s): | Tono muscular Artrite Artrite reumatoide Inflamação Aorta Sistema renina-angiotensina Tecido adiposo perivascular Receptores de mineralocorticoides |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | aorta | Artrite | Inflamação | Receptor mineralocorticoide | sistema renina-angiotensina | Tecido adiposo perivascular (PVAT) | Mecanismos moduladores do tônus vascular |
Resumo
A artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica, autoimune, que acomete primeiramente as articulações, mas pode adquirir um caráter sistêmico, com repercussões sobre o sistema cardiovascular e sobre tecidos musculares e adiposos. Um tipo específico de tecido adiposo que pode ser acometido na AR é o tecido adiposo perivascular (aqui referido como PVAT). Eventuais modificações inflamatórias do PVAT podem ser parte das alterações cardiovasculares relacionadas à AR e possivelmente envolvem ativação de receptores mineralocorticoides (RM). Assim, o objetivo do presente projeto é caracterizar as modificações estruturais, bioquímicas e funcionais promovidas pela artrite induzida por adjuvante (AIA) no PVAT das aortas torácica e abdominal de rato e verificar se essas modificações envolvem ativação de RM. Para isso, numa primeira etapa, os PVATs de aortas abdominal e torácica de ratos Wistar submetidos à artrite induzida por adjuvante (AIA) serão estudados em diversos momentos de evolução do modelo, buscando evidencias bioquímicas e histopatológicas que identificam o pico da atividade inflamatória nesse tecido. Nesta etapa de maior atividade inflamatória, os PVATs de animais controles e AIA, tratados veículo e com carbenoxolona 12,5mg/kg (inibidor da 11²-HSD1) ou espironolactona 30mg/kg (antagonista de receptor mineralocorticoide), serão submetidos a avaliações bioquímicas, histopatológicas e funcionais visando identificar o papel dos mineralocorticoides nessas alterações inflamatórias relacionadas à artrite que ocorrem nesse tecido. (AU)
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