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Obtenção de membranas de gelatina/quitosana com e sem recobrimento de hidroxiapatita para RTG

Processo: 08/09515-5
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2009 - 31 de janeiro de 2011
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Eliana Cristina da Silva Rigo
Beneficiário:Eliana Cristina da Silva Rigo
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Biomateriais  Regeneração óssea  Regeneração tecidual guiada  Osso e ossos  Gelatina  Quitosana  Hidroxiapatita 

Resumo

Um dos principais obstáculos para o sucesso da cicatrização óssea e criação de novo osso é a formação muita rápida dos tecidos conjuntivo e epitelial. Desde os anos 50 e 60 já surgiram na literatura científica alguns trabalhos questionando a capacidade de regeneração do tecido ósseo. Segundo os mesmos, o osso pode ser regenerado de modo mais previsível quando isolado do tecido conjuntivo adjacente. A migração destes tecidos moles pode atrapalhar ou impedir totalmente a osteogênese no defeito ou área cirúrgica. Um dos fatores prejudiciais ao desenvolvimento ósseo, relacionado a essa migração, é a produção pelos fibroblastos de fatores solúveis inibitórios da diferenciação celular óssea e da osteogênese. O princípio de selar fisicamente um sítio anatômico para melhorar a cicatrização de certo tipo de tecido e direcionar a regeneração tecidual tem sido realizado através da utilização de uma barreira mecânica. Com base a esse propósito, o presente trabalho tem como objetivo desenvolver membranas de compósito a base de gelatina/quitosana recobertas ou não com hidroxiapatita, para serem utilizadas como barreira mecânica. A preocupação deste trabalho será a de obter membranas com características ideais como: rigidez e flexibilidade, espessura e porosidade adequada, fácil manuseio e solubilidade controlada para manter o espaço por tempo suficiente para permitir a proliferação dos tecidos. Por tratar-se de uma área multidisciplinar, a mesma é importante para propiciar e fortalecer colaborações com outros pesquisadores do Departamento, contribuindo para a nucleação de um novo grupo de pesquisa na área de Biomateriais e Biossensores, junto ao Laboratório de Biomateriais e Biossensores - BioLab (recentemente criado), na Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Universidade de São Paulo - Campus de Pirassununga - SP. (AU)