| Processo: | 10/02933-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Maria Stella Figueiredo |
| Beneficiário: | Maria Stella Figueiredo |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Martha Mariana de Almeida Santos Arruda |
| Assunto(s): | Antioxidantes Qualidade de vida Fadiga Hemólise |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anemias hemolíticas | Antioxidantes | Doença Falciforme | fadiga | hemólise | Qualidade De Vida | Hematologia |
Resumo
Estresse oxidativo é o conjunto de condições intracelulares e extracelulares que leva à geração de espécies reativas de oxigênio (ROS). ROS são pró-oxidantes produzidos durante o metabolismo celular, mas que também podem ser subprodutos de reações enzimáticas celulares. Os metais, como o ferro (Fe), têm capacidade de catalisar as reações de estresse oxidativo e seu potencial redox é profundamente influenciado pelo ambiente. A hemoglobina, por conter Fe, é fonte significativa de geração de ROS. Existe uma taxa fisiológica normal de formação de ROS, porém existem situações patológicas, dentre elas as doenças falciformes (DFs), que desequilibram este sistema gerando estresse oxidativo. No eritrócito, o estresse oxidativo afeta primariamente a membrana eritrocitária e resulta em hemólise intra e extravascular. As DFs são as hemoglobinopatias mais freqüentes em nosso país e caracterizam-se pela ocorrência da falcização do eritrócito. Já foi demonstrado que hemácias de pacientes falciformes produzem maiores quantidades de ROS que células normais de maneira contínua. O estresse oxidativo contínuo é capaz de promover aumento da expressão de moléculas de adesão e ativação dos sistemas inflamatórios, coagulacional e macrofágico, aumentando a retirada dos eritrócitos oxidados da circulação. Embora a hemólise nas DFs seja primariamente extravascular, o uso de antioxidantes in vitro parece prevenir tanto a adesão quanto a fagocitose dos eritrócitos oxidados. Este fato sugere que a hemólise extravascular também seja, ao menos em parte, mediada por estresse oxidativo. Até o momento não foi realizado nenhum estudo clínico de avaliação do perfil hemolítico em pacientes com DFs submetidos a tratamento com antioxidantes. Este projeto propõe um protocolo randomizado, duplo-cego, placebo-controlado de administração de antioxidantes (vitaminas C e E) com o objetivo de demonstrar redução do perfil hemolítico e melhora dos escores de anemia e fadiga de pacientes com DFs. (AU)
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