| Processo: | 11/24030-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Paulo Cesar Koch Nogueira |
| Beneficiário: | Paulo Cesar Koch Nogueira |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Heitor Pons Leite |
| Assunto(s): | Pediatria Falência renal crônica Transplante de rim Fatores de risco Doenças vasculares Artérias carótidas Crianças Adolescentes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arteriopatia | criança | Distúrbios de Calcio e Fósforo | doença renal crônica | Fatores de Risco | Transplante renal | Pediatria |
Resumo
O tratamento da doença renal crônica (DRC) em crianças evoluiu, graças à melhor qualidade da diálise e ao transplante renal, que propiciaram queda na mortalidade a curto prazo e a mudança do foco de atenção para as complicações de médio e longo prazo. Como consequência, os eventos cardiocirculatórios passaram a despontar como principal causa de mortalidade em longo prazo, tornando-se o maior desafio no tratamento da DRC. Estudos da literatura sugerem que alterações vasculares, como calcificação médio-íntima e espessamento na parede das artérias já estão presentes por ocasião do transplante renal em crianças e adolescentes com DRC. No entanto em estudo piloto que fizemos com 19 crianças no momento do transplante, não observamos alterações vasculares em nenhum paciente. Isto sugere a possibilidade de que as alterações observadas nos países do hemisfério norte possam ser menos frequentes em nosso meio. O objetivo do estudo é investigar a eventual presença dessas lesões arteriais e os fatores de exposição para esse desfecho. Em delineamento do tipo observacional prospectivo com grupo controle, serão avaliados 70 pacientes submetidos a transplante renal. Um fragmento da artéria epigástrica inferior será retirado durante a cirurgia e submetido a exame anatomopatológico para avaliar a presença de calcificação arterial e de espessamento médio-íntima. Além disso, em até 15 dias após o transplante renal, serão realizados exames de avaliação ultrassonográfica da espessura íntima-média da carótida. As variáveis de desfecho serão a presença de calcificação da artéria ao exame anatomopatológico e de espessamento médio-íntima analisando-se separadamente os exames anatomopatológico e ultrassonográfico. As variáveis potencialmente associadas a esses desfechos serão: a etiologia, a duração da DRC e do tratamento dialítico, o uso exógeno de vitamina D ativa e quelantes de fósforo à base de cálcio, as concentrações séricas de ácido úrico, vitamina D, PTH intacto, FGF-23 e o produto Ca x P. Para comparação dos resultados do exame anatomopatológico das artérias, será constituído grupo controle formado por 20 casos, pareados por gênero e idade, entre os doadores falecidos para os quais será estudado um fragmento da artéria renal. Para comparar os exames ultrassonográficos da artéria carótida, será constituído grupo controle de 20 crianças sem patologias conhecidas, pareadas por gênero e idade. (AU)
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