| Processo: | 13/17835-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia |
| Pesquisador responsável: | Juliana de Moraes Leme Basso |
| Beneficiário: | Juliana de Moraes Leme Basso |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Douglas Galante ; Fabio Rodrigues ; Mírian Liza Alves Forancelli Pacheco ; Paulo César Boggiani ; Ricardo Ivan Ferreira da Trindade |
| Assunto(s): | Paleontologia Fósseis Espectroscopia Raman |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Escleretogênese | espectroscopia Raman | Formação Ponta Grossa | Formação Tamengo | fossildiagênese | Paleontologia |
Resumo
A espectroscopia Raman é uma técnica fotônica de alta resolução, acurada para a identificação de compostos moleculares específicos, que permite esclarecer informações sobre estruturas moleculares orgânicas e inorgânicas. A aplicação da espectroscopia Raman é muito variada, sendo utilizada para estudos na arqueologia, criminalística forense, química, astrobiologia, paleontologia, etc. Uma vez que se trata de um procedimento não destrutivo de análise, a espectroscopia Raman é ideal para o estudo de fósseis. Por se tratar de tecnologia cuja aplicação em fósseis é relativamente recente, os trabalhos brasileiros que utilizam tais tecnologias em fósseis são escassos. Uma das grandes aplicações em pesquisas paleontológicas da espectroscopia Raman é possibilidade da diferenciação dos elementos e compostos encontrados na rocha matriz e daqueles que constituem o fóssil. Os objetivos do presente projeto são: a) aplicar a espectroscopia Raman em diferentes tipos de fósseis para elucidar questões paleoecológicas e paleoevolutivas; b) integrar a técnica de espectroscopia Raman com outras técnicas avançadas no estudo de fósseis, como a Microtomografia de raios X de alta resolução, fluorescência de raios X, análises de isótopos, laser Raman com cinco potências e synchotron; c) ampliar o conhecimento sobre os efeitos diagenéticos do processo de fossilização através da utilização de métodos e técnicas inovadoras de estudo dos tipos preservacionais em fósseis; d) identificação da composição química o processo de esqueletogênese de carapaças e de metazoários e microfósseis do Pré-Cambriano (Formação Tamengo); e) reconhecer quais são os tipos preservacionais e de que forma a diagênese atuou na preservação dos lingulídeos (Devoniano, Bacia do Paraná), comparando os resultados com amostras de lingulídeos atuais, a fim de determinar diferenças quanto à biomineralização das conchas e sua implicação no registro fossilífero. O desenvolvimento e aplicação de novas técnicas no estudo de fósseis compreende um aspecto inovador da presente proposta, ampliando o conhecimento sobre novas ferramentas de estudo químico de fósseis e pode vir a servir como modelo na aplicação de futuros estudos em Paleontologia. (AU)
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