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Chemical diversity and spatial variability in myriad lakes in Nhecolândia in the Pantanal wetlands of Brazil

Processo: 13/22272-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de dezembro de 2013 - 31 de maio de 2014
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geografia Física
Pesquisador responsável:Sonia Maria Furian
Beneficiário:Sonia Maria Furian
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Limnologia  Pantanal 

Resumo

A Nhecolândia, uma sub-região do Pantanal com 24.000 km2, se caracteriza pela presença de aproximadamente 15.000 lagoas rasas, das quais a maioria é de água doce e uma minoria salina, contíguas umas das outras. Este estudo visa esclarecer a origem de tal diversidade nas águas de superfície, chave para entender o papel das áreas húmidas e da biodiversidade dessa região. Para isto, foram feitas observações regionais e locais de solos, acompanhadas de coletas de amostras de águas, e complementadas por levantamentos de dados já publicados. Empregaram-se métodos estatísticos, geoestatísticos, e monitoramento do nível da água do lençol freático. Os resultados confirmam a ausência de uma organização espacial regional de distribuição da salinidade das águas superficiais, e a independência dos valores de condutividade elétrica, mesmo entre lagoas vizinhas. Apesar das grandes diferenças na composição química, as águas de superfície provêm de uma mesma família química, e correspondem a vários graus de concentração das águas do rio Taquari, que alimenta a região. O grau de concentração das águas depende do funcionamento hidrológico de cada lagoa, que é por sua vez controlado pelo desenvolvimento de camadas impermeáveis de solos, que induzem, como barreiras, os movimentos subsuperficiais da água para dentro ou para fora das lagoas. Nesse quadro, depressões oligosalinas, lagoas de água doce, e lagoas salinas funcionam, respectivamente, como área úmida de recarga-, de transferência-, e de descarga. A salinidade observada em algumas lagoas resulta de processos atuais de evaporação de água e acumulação de sais em condições climáticas relativamente úmidas, e drenagem limitada. (AU)

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