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A highly sensitive biological assay for determining the photoprotective efficacy of sunscreen

Resumo

O efeito protetor de filtros solares tem sido extensivamente avaliado in vivo, como uma medida de indução de eritema na pele humana, e expresso como um fator de proteção solar (SPF). Contudo, alternativas in vitro que utilizam células humanas podem superar as limitações dos testes realizados em seres humanos. Neste trabalho é proposta uma abordagem in vitro ampla e precisa que permite avaliar a eficácia de filtros solares comerciais mesmo sob condições ambientais de exposição à luz solar. O protótipo Dosímetro celular faz a determinação do Fator de Proteção Solar ao DNA (DNA-SPF), com o uso de enzimas de reparo do DNA e anticorpos específicos, e do Fator de Proteção Solar contra Danos Letais (LD-SPF), por meio da avaliação da viabilidade celular e apoptose induzida após a irradiação de células humanas. O uso de células obtidas de pacientes com xeroderma pigmentosum (XP), que são deficientes em reparo de DNA, tornou este ensaio hipersensível. Os resultados revelam que os produtos testados apresentaram uma proteção significativa contra os efeitos induzidos pela radiação UVB, porém não houve proteção eficiente contra a indução de lesões de DNA e morte celular pela radiação UVA ou diretamente pela luz solar natural. Este trabalho demonstra a aplicação ambiental deste biodosímetro para medir os danos biológicos induzidos pela luz UV solar em células humanas, assim como, a necessidade de desenvolvimento de novas metodologias in vitro voltadas para uma melhor avaliação da eficácia de proteção conferida por protetores solares comerciais contra a radiação UVA, tanto em termos de indução de lesões de DNA como de morte celular. (AU)