| Processo: | 15/17347-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Iris Callado Sanches |
| Beneficiário: | Iris Callado Sanches |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde. Universidade São Judas Tadeu (USJT). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Diabetes mellitus Treinamento de força Treinamento físico combinado Menopausa Fisiologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | diabetes | Menopausa | Modulação autonômica cardiovascular | Treinamento físico aeróbico | treinamento físico combinado | treinamento físico resistido | Fisiologia |
Resumo
O objetivo deste estudo foi comparar os efeitos do treinamento físico aeróbio, resistido e combinado sobre o controle autonômico cardiovascular e a mortalidade de ratas diabéticas menopausadas. Ratas Wistar fêmeas foram divididas em 5 grupos: euglicêmicas sedentárias (ES), e diabéticas ooforectomizadas sedentárias (DOS), submetidas a treinamento físico aeróbio (DOTA), resistido (DOTR) e aeróbio+resistido (DOTC). Pressão arterial (PA) foi registrada diretamente e a sensibilidade barorreflexa foi avaliada pelas respostas da frequência cardíaca às alterações de PA. Modulação autonômica cardiovascular foi avaliada pela análise espectral. Não foram observadas diferenças no peso corporal e na glicemia entre os grupos diabéticos. Os grupos DOTC e DOTA apresentaram aumento no tempo de corrida, enquanto DOTC e DOTR apresentaram aumento de força. Todos os grupos treinados apresentaram melhora na variância do intervalo de pulso, na banda de alta frequência do intervalo de pulso e redução da mortalidade (vs. DOS). Os grupos DOTC (respostas bradicárdicas e taquicárdicas) e DOTA (respostas taquicárdicas) apresentaram atenuação da disfunção barorreflexa observada no DOS e DOTR, bem como melhora na variância da PA. Concluindo, todos os protocolos de treinamento físico induziram redução da mortalidade, o que pode ser devido ao aumento da capacidade física e aos efeitos cardiovasculares e autonômicos benéficos do treinamento físico, apesar de nenhuma modificação no controle glicêmico. Neste modelo, os protocolos de treinamento físico aeróbio e combinado parecem promover benefícios cardiovasculares autonômicos adicionais em relação ao treinamento físico resistido isolado. (AU)
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