| Processo: | 17/18822-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia |
| Pesquisador responsável: | Roelf Justino Cruz-Rizzolo |
| Beneficiário: | Roelf Justino Cruz-Rizzolo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araçatuba |
| Assunto(s): | Esquizofrenia Neurociências Estereologia Desnutrição Córtex pré-frontal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | córtex pré-frontal | densidade neuronal | desnutrição | esquizofrenia | Estereologia | volume neuronal | Neurociência |
Resumo
Estudos retrospectivos em populações humanas indicam que a desnutrição perinatal está associada a deficiências cognitivas, dificuldades de aprendizagem e pode representar um fator de risco para o início tardio de alguns distúrbios psiquiátricos como a esquizofrenia, doença onde o córtex pré-frontal (CPF) parece estar implicado. Nosso estudo objetivou analisar se a desnutrição proteica perinatal (DPP) é capaz de afetar alguns aspectos estruturais do CPF, como volume cortical, densidade neuronal e tamanho do corpo neuronal, aspectos estes que alguns estudos indicam estarem alterados em pacientes com esquizofrenia. Utilizando um modelo de DPP em ratos (5% de caseína desde a concepção até o dia 60 pós-natal, contra 20% de caseína nos animais controle), técnicas histo- e imuno-histoquímicas, e análise estereológica sem viés, quantificamos o volume de CPF de ratos desnutridos e seus respectivos controles, assim como o número total de neurónios e o volume neuronal médio na idade de P60. Nossa análise estereológica mostrou que o DPP não altera o número de neurônios no CPF dos animais estudados, mas produz uma diminuição estatisticamente significativa no volume do CPF e no volume neuronal médio.Embora nosso estudo não estabeleça relações causais entre desnutrição e esquizofrenia, nossos resultados podem indicar um fenômeno estrutural semelhante nessas duas situações. Por outra parte, os resultados sugerem que modelos experimentais de desnutrição não são apenas importantes para estudar esse problema em particular, mas também para analisar as possíveis mudanças no neurodesenvolvimento observadas em algumas doenças psiquiátricas. (AU)
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