| Processo: | 05/57428-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2008 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Biomédica - Bioengenharia |
| Pesquisador responsável: | Cinthia Itiki |
| Beneficiário: | Camila Shirota |
| Instituição Sede: | Escola Politécnica (EP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Potencial evocado Análise de ondaletas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Estimacao | Filtros Digitais | Ondaleta | Potencial Evocado |
Resumo O exame de potencial evocado é muito importante, pois permite a identificação de alterações nas vias sensoriais mesmo em pacientes que não conseguem se comunicar, como crianças ou pacientes em coma. Uma dificuldade encontrada no estudo do potencial evocado é a sua separação do sinal eletroencefalográfico de fundo, cuja amplitude é muito maior. A solução encontrada em clínica e adotada atualmente é a promediação (ou média síncrona) de um grande número de respostas individuais. Esses sinais são obtidos em exames incômodos e de longa duração. Por isso, seria importante reduzir o número de estímulos utilizados na obtenção de uma boa estimativa do potencial evocado. As ondaletas permitem a variação da resolução em frequência ao longo do tempo, interessante para sinais com características transitórias como o potencial evocado. Além disso, as ondaletas comprovadamente melhoram a relação sinal-ruído de potenciais evocados. Por isso, neste trabalho, pretende-se estudar o potencial de contribuição das ondaletas na redução do número de estímulos necessários à estimação do potencial evocado. (AU) | |
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