| Processo: | 07/06180-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2010 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Octavio Nakano |
| Beneficiário: | Greice Erler |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Diatraea saccharalis Controle químico |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Controle | Diatraea saccharalis | isca | Controle químico |
Resumo A cana-de-açúcar (Saccharum officinarum L.) apresentou importância histórica na formação do Brasil porque foi a primeira espécie botânica de expressão econômica introduzida. A área ocupada com essa cultura é de 6,6 milhões de hectares. Para os próximos seis anos, a previsão é de que a cana aumente 50%, no momento em que a alta dos preços do petróleo amplia a demanda pelo biocombustível produzido a partir da cana. A broca Diatraea saccharalis é a principal praga da cana-de-açúcar, especialmente na Região Sudeste do Brasil. O controle da broca é feito principalmente através do parasitóide larval, Cotesia flavipes (Cam.) e o parasitóide de ovos Trichogramma galoi. Entretanto, o controle de pragas utilizando somente o método biológico, na maioria dos casos, não é alternativa plenamente satisfatória, havendo necessidade de outras medidas de controle. A isca tóxica apresenta-se como uma alternativa para o manejo desta praga. O presente trabalho será realizado no Departamento de Entomologia, Fitopatologia e Zoologia Agrícola da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Universidade de São Paulo, e tem como objetivo estudar o emprego de alguns inseticidas na forma de isca tóxica no controle da D. saccharalis, determinando as doses adequadas e distâncias de aplicação das mesmas. Os produtos serão fornecidos às mariposas em forma de iscas, que consistem na solução do produto + melaço 10%. Os inseticidas utilizados serão: cloridrato de cartape (Cartap BR 500), benzoato de emamectina (Proclaim 5 GS), ácido bórico e azadirachtina (Nim). Será avaliada a eficiência de cada tratamento e o raio de atratividade da isca com os produtos mencionados. (AU) | |
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