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Adaptação e implementação do programa de intervenção precoce sobre o funcionamento executivo para crianças e adolescentes com TDAH

Processo: 10/50299-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2010
Vigência (Término): 31 de agosto de 2012
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Cognitiva
Pesquisador responsável:Alessandra Gotuzo Seabra
Beneficiário:Amanda Menezes Andrade
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). Instituto Presbiteriano Mackenzie. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Funções executivas

Resumo

Funções executivas estão relacionadas â capacidade de engajamento em comportamentos voluntários orientados a objetivos, sendo essenciais na execução de tarefas novas ou não-automatizadas. Déficits nessas funções são reconhecidos em alguns transtornos psiquiátricos, incluindo o transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH). Assim, esta pesquisa tem por objetivo implementar uma intervenção de funções executivas em crianças com TDAH. Participarão 60 crianças, de 7 a 12 anos, com diagnóstico de TDAH, sendo 20 do tipo desatento, 20 hiperativo/impulsivo e 20 combinado. Haverá três fases, sendo a primeira de avaliação pré-teste, em que as 60 crianças responderão ao Teste das Matrizes Progressivas coloridas de Raven e à uma bateria de funções executivas, com avaliação de controle inibitório, flexibilidade, atenção seletiva, memória de trabalho, planejamento e fluência verbal. Adicionalmente, pais e professores responderão a escalas sobre os comportamentos dos participantes. Com base nos resultados, as crianças serão divididas em grupos experimental (30 crianças que participarão de atividades para desenvolver as funções executivas) e controle (30 crianças que não participarão das atividades), equivalentes em termos de funcionamento executivo, gênero, idade e tipo de TDAH. Na segunda fase, de intervenção, serão conduzidas atividades de estimulação de funções executivas com o grupo experimental. Para tanto, o grupo experimental será subdividido em 6 grupos com 5 crianças cada, sendo previstas duas sessões semanais de uma hora de duração para cada grupo, ao longo de 8 meses. Finalmente, na terceira fase, será conduzida a avaliação pós-teste, com o mesmo padrão da pré-teste. Serão conduzidas análises de variância mista intra e entre-sujeitos para verificar o efeito da intervenção sobre as tarefas executivas, considerando também interações com tipo de TDAH e gênero. Correlações de Pearson serão conduzidas para verificar possíveis relações entre as tarefas executivas, e análise de regressão para verificar o poder explicativo de tipo de TDAH, gênero e idade sobre a diferença pré e pós-teste. (AU)

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