| Processo: | 10/03165-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Nutrição - Dietética |
| Pesquisador responsável: | Aderson Omar Mourão Cintra Damião |
| Beneficiário: | Daiana Amarante |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Dieta Síndrome do intestino irritável Estado nutricional Fisiopatologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alimentos deflagrantes | dieta | estado nutricional | Fisiopatologia | síndrome do intestino irritável | nutrição em gastroenterologia |
Resumo A Síndrome do Intestino Irritável (SII) é uma doença funcional do trato gastrointestinal que afeta cerca de 20% da população adulta. Os principais sintomas envolvem o mal funcionamento do intestino, associados com dores abdominais, manifestação de diarréia ou constipação, sem apresentar alterações estruturais e bioquímicas do intestino. Outras perturbações freqüentes nos pacientes com SII estão relacionadas à qualidade de vida e incluem alterações de ordem psicológica e do sono, déficit funcional do trabalho, transtornos no relacionamento social, preocupações com a dieta e limitações da atividade sexual. Os sintomas desta disfunção intestinal são derivados da combinação de vários fatores fisiopatológicos, como: resposta motora intestinal exacerbada, mudança na hipersensibilidade visceral e alterações das funções inflamatórias da mucosa e do sistema nervoso entérico. Para auxiliar no diagnóstico dos sintomas é importante observar a freqüência das evacuações (mais de três vezes por dia ou menos de três vezes por semana), consistência das fezes e presença de muco, esforço excessivo para evacuar, meteorismo e sensações de evacuação incompleta. A maneira mais adequada de tratar o paciente é por meio de uma abordagem ampla e integral, mas individualizada, tentando identificar os fatores desencadeantes ou agravantes da sintomatologia, inerentes a cada paciente. Em todos os níveis de atendimento, deve-se orientar o paciente com relação à dieta. Deverá ser observado se determinados alimentos exacerbam seus sintomas: tais como a lactose, sorbitol, frutose e as gorduras que podem piorar os sintomas dos pacientes com predominância de diarréia. O aumento na ingestão de fibras insolúveis muitas vezes pode acarretar um aumento na produção de gases intestinais com conseqüente piora do quadro de distensão e dor abdominal. A intolerância alimentar é frequentemente relatada pelos pacientes. A dieta de exclusão é uma boa opção para a melhora dos sintomas, desde que seja individualizada e acompanhada por nutricionista experiente. Exige paciência e disciplina por parte do paciente e rigoroso monitoramento da ingestão alimentar por parte da nutricionista para que os resultados sejam positivos. É necessário prudência na orientação dietética, sendo que a hiper-responsividade do cólon a qualquer tipo de alimento é frequentemente detectada nesta população e pode ser este um fator relacionado com os sintomas pós-prandiais. | |
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