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Caracterização funcional da proteína mx1

Processo: 10/50908-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2010
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Sandro Roberto Valentini
Beneficiário:Carlos Eduardo Brantis de Carvalho
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara, SP, Brasil
Assunto(s):Sumoilação   Apoptose   Neoplasias

Resumo

Entre os genes conhecidamente induzidos por interferons está o gene MX1. As GTPases MX compartilham propriedades estruturais e funcionais com dinâmicas, como capacidade de homo-oligomerização e associação com membranas intracelulares. Entre as propriedades de MX1 ainda está sua vasta atividade contra diferentes vírus de RNA, incluindo o vírus influenza e membros da família buniavírus. Além disso, o silenciamento gênico de MX1 está associado ao fenótipo de imortalizarão celular em uma série de neoplasias. Assim, MX1 desperta o interesse por ser uma das proteínas chave nas respostas mediadas por interferons e por estar envolvido no controle de ciclo celular. O gene MX1 foi alvo de estudo do meu projeto de mestrado intitulado "Busca de parceiros físicos por duplo-híbrido das proteínas ADAM23 e MX1, codificadas por genes metilados em câncer de cabeça e pescoço" (FAPESP 2007/52887-8). Entre os ligantes encontrados para a proteína MX1, estão descritos fatores envolvidos no processo de SUMOilação de proteínas, na formação de corpúsculos nucleares denominados PML-NB e uma série de proteínas relacionadas com o controle da transcrição e apoptose, os quais sugerem meios pelos quais MX1 age no controle do ciclo celular. Neste projeto, é proposto confirmar in vitro os ligantes encontrados no projeto anterior e identificar os domínios responsáveis pelas interações físicas. Ainda, buscamos elucidar a contribuição de MX1 para a formação dos PML-NB e na ativação do processo apoptótico através de ensaios de microscopia confocal e da análise de marcadores para o processo autóptico em linhagens celulares humanas expressando ou não MX1, e também na presença ou ausência de interferon. Dessa forma, espera-se entender o papel do silenciamento de MX1 no processo neoplásico. (AU)

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