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Progressão da lipofucsina em neurônios de córtex humano de indivíduos com epilepsia temporal mesial: modificações sinápticas e de proteínas associadas a doenças neurodegenerativas ao longo do envelhecimento

Processo: 11/10958-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2011
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Jorge Eduardo Moreira
Beneficiário:Ana Beatriz Souza Nakayama
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Neurociências   Envelhecimento   Sinapses   Epilepsia   Lipofuscina

Resumo

Alterações morfológicas e funcionais ocorrem durante o envelhecimento, quando começa a maior incidência de doenças neurodegenerativas. No presente trabalho, analisaremos a evolução dos grânulos de lipofucsina no córtex cerebral de indivíduos de diferentes idades com epilepsia temporal mesial, para investigar alterações sinápticas, assim como de proteínas associadas com funções sinápticas e/ou doenças neurodegenerativas (alfa-sinucleína e tau) e com o sistema ubiquitina-proteossoma. A ubiquitina está relacionada à degradação de diversas proteínas intracelulares, a tau encontra-se associada aos microtúbulos e a alfa-sinucleína possui papel no transporte axonal e na transmissão sináptica. Amostras de córtex cerebral humano (n=6) de indivíduos com 20 a 28, 37 a 41 e 50 a 55 anos serão coletadas de pacientes com epilepsia submetidos à lobectomia temporal. Serão utilizadas técnicas de microscopia eletrônica, imunoistoquímica com microscopia de luz e western blots. Os dados obtidos até o momento em relação aos grânulos de lipofucsina demonstraram que os mesmos parecem crescer em volume, mas não em número, com aumento considerável da fração elétron lúcida (lipídica). Não houve diferença na densidade sináptica e na expressão das proteínas alfa-sinucleína e ubiquitina entre os grupos das idades estudadas. No entanto, maior número amostral em relação à análise por Western blot das proteínas citadas poderá nos dar resultados mais consistentes. Estudos analisando a progressão de desses fatores ao longo do envelhecimento do córtex de indivíduos com epilepsia mesial temporal são pouco freqüentes.