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Substratos neurais envolvidos com o desenvolvimento do comportamento de desamparo em ratos: possível envolvimento do óxido nítrico

Processo: 11/13951-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2012
Vigência (Término): 31 de julho de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Pesquisador responsável:Sâmia Regiane Lourenço Joca
Beneficiário:Vinicius Antonio Hiroaki Sato
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Imuno-histoquímica   Desamparo aprendido   Óxido nítrico

Resumo

Recentemente, o óxido nítrico (NO) tem sido relacionado com a depressão. A administração de inibidores da NO sintase (NOS) induz efeitos do tipo antidepressivo em modelos animais e há um aumento da expressão da NOS em estruturas do sistema límbico em indivíduos depressivos e em animais expostos a estresse. Além disso, sabe-se que o estresse causa um aumento da ativação de neurônios localizados em estruturas do sistema límbico e que o tratamento com antidepressivos bem como com inibidor da NOS, o 7-NI, diminui essa marcação. Contudo, ainda não se sabe como o sistema nitrérgico dessas estruturas está relacionado com os comportamentos relacionados à depressão. Assim nosso objetivo é testar a hipótese de que o desenvolvimento do desamparo (comportamento relacionado à depressão) em ratos seria causado por um aumento de atividade de neurônios que contém NOS em estruturas envolvidas com a resposta emocional ao estresse, e que os diferentes tratamentos induzem efeitos do tipo antidepressivo no modelo apresentando um efeito final comum de diminuir essa ativação e, portanto, diminuir os níveis de NO. Para isso, ratos serão submetidos ao modelo do desamparo aprendido e tratados com drogas antidepressivas ou 7-NI. Após o teste, será feita a histoquímica com dupla marcação para fos (marcador de atividade neuronal) e NADPH-diaforase (indicador de neurônios que contém NOS) e também para nitrotirosina (medida indireta de aumento de NO local). Também será feita a quantificação dos níveis de nitrito (medida indireta de NO), mostrando se há ou não um aumento na quantidade de NO nas estruturas estudadas. Em seguida, serão mensurados os níveis da proteína nNOS fosforilada e iNOS para avaliar se há diferenças nos mecanismos de ativação dessas enzimas e de onde viria o NO produzido frente a situações de estresse.